- Republicanos sinaliza tendência de apoiar uma candidatura de centro-direita em 2026, sem alinhamento automático com Lula ou Bolsonaro; nomes como Ratinho Júnior, Ronaldo Caiado e Eduardo Leite aparecem como alternativas.
- A postura foi motivada pela decisão de Tarcísio de Freitas de não concorrer à Presidência, o que levou o partido a valorizar a autonomia de diretórios regionais para alianças locais.
- O conselho interno decidiu seguir em voo solo, rejeitando propostas de federação, incluindo uma possível aliança com o MDB.
- O projeto que regula o trabalho por aplicativo (PL 152/2025) pretende assegurar direitos mínimos a motoristas e entregadores, mantendo-os como trabalhadores autônomos de plataforma, sem vínculo empregatício formal.
- A justificativa é que trabalhadores valorizam a flexibilidade e que vínculos formais podem prejudicar o setor, buscando um equilíbrio entre autonomia e funcionamento das plataformas.
O novo líder do Republicanos na Câmara, Augusto Coutinho, sinalizou que o partido tende a apoiar uma candidatura de centro-direita em 2026, sem alinhamento automático com Lula ou com Flávio Bolsonaro. Também defendeu a regulamentação do trabalho por aplicativo sem criar vínculo empregatício formal.
A proposta para 2026 projeta nomes como Ratinho Júnior, Ronaldo Caiado e Eduardo Leite como alternativas viáveis, distanciando o partido dos polos políticos tradicionais. A aposta é manter autonomia em diferentes regiões, conforme o contexto local.
A postura cautelosa vem da decisão do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, de não concorrer à Presidência e focar na reeleição. Com isso, o Republicanos busca manter diretórios regionais livres de compromissos nacionais forçados.
Federação não está nos planos
Após discussões internas, o partido optou por seguir um caminho independente, em “voo solo”. A direção rejeitou propostas de formação de federação, incluindo com o MDB, para preservar autonomia que considera crucial para o crescimento nacional.
Regulação do trabalho por aplicativo
O projeto em pauta, o PL 152/2025, pretende regulamentar motoristas e entregadores, assegurando direitos mínimos, mas sem criar vínculo CLT. A ideia é reconhecer o trabalhador autônomo de plataforma, com potencial de ajustes na redação para maior clareza.
A justificativa central é a preferência pela flexibilidade valorizada pelos trabalhadores de aplicativo. Também há aponta para experiências internacionais que indicam impactos negativos de vínculos formais no setor. O objetivo é equilibrar autonomia com proteção básica.
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