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Ramaphosa apoia esforços para terminar guerra na Ucrânia em conversa com Putin

Ramaphosa apoia esforços para encerrar a guerra na Ucrânia em conversa com Putin; destaca cooperação em BRICS e G20 e apoio ao retorno de sul-africanos que lutam com forças russas

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
South African President Cyril Ramaphosa co-hosts a summit on the Global Fund on November 21, 2025, in Johannesburg, South Africa. Leon Neal/Pool via REUTERS
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  • O presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, ligou para o presidente russo, Vladimir Putin, e expressou apoio aos esforços para encerrar o conflito na Ucrânia.
  • Os dois líderes discutiram cooperação em foros internacionais, como BRICS e G20.
  • Ramaphosa e Putin reiteraram apoio ao processo de retorno de sul‑africanos que lutam ao lado de forças russas na Ucrânia.
  • Em novembro, o governo sul‑africano informou que 17 cidadãos haviam se juntado a forças mercenárias na Ucrânia e enviaram pedidos de ajuda para voltar ao país.

Cyril Ramaphosa, presidente da África do Sul, expressou apoio aos esforços para encerrar o conflito entre Rússia e Ucrânia durante ligação telefônica com o presidente russo, Vladimir Putin, nesta terça-feira. A informação foi divulgada pelo gabinete presidencial sul-africano.

Segundo a Presidência da África do Sul, os dois líderes também discutiram cooperação em fóruns internacionais como BRICS e G20, no contexto das ações diplomáticas na conjuntura global.

O comunicado ressalta ainda que Ramaphosa e Putin apoiaram o andamento de um processo para trazer de volta sul-africanos que lutam ao lado das forças russas na Ucrânia.

Mercenários sul-africanos

A defesa sul-africana informou, em novembro, que 17 cidadãos do país haviam se juntado a forças mercenárias envolvidas no conflito na Ucrânia. Em depoimento anterior, os homens teriam feito pedidos de ajuda para retorno ao país.

A Presidência não detalha como fica a situação deles nem as possíveis consequências legais ou diplomáticas da participação de sul-africanos no front de combate.

A Reuters acompanhou os relatos oficiais sobre o tema e as declarações do governo.

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