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Quem pode preencher vagas no No. 10 e conquistar o ouvido de Starmer

Com três vagas no topo do governo, disputas internas definem rumo de Starmer e a equipe, com nomes cotados para chefe de gabinete

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
A Downing Street source said: ‘The whole place needs completely overhauling.’ Photograph: Alberto Pezzali/AP
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  • Três vagas no topo da operação de Keir Starmer em Downing Street abrem uma batalha interna sobre quem guiará o premiê e a direção do governo.
  • A saída do chefe de gabinete, Morgan McSweeney, e do diretor de comunicação, Tim Allan, alimenta tentativas de favorecer alas mais à esquerda no partido.
  • Antonia Romeo é apontada como favorita para chefiar o gabinete; outras possibilidades citadas incluem Minouche Shafik e Louise Casey.
  • Enquanto isso, Starmer mantém dois co-chefes de gabinete interinos, Vidhya Alakeson e Jill Cuthbertson, para estruturar a equipe de forma mais ampla.
  • Outros nomes ligados ao embate incluem Steph Driver, Amy Richards, Varun Chandra e Darren Jones, com debates sobre manter um time coeso e menos dependente de um único estrategista.

Em fevereiro de 2026, três cargos de alto nível na operação de Keir Starmer estão em aberto. O atual vazio em Downing Street levanta a necessidade de definir liderança e rumo do governo. A gestão busca estabilizar o funcionamento do governo e a relação com o Parlamento.

A saída do chefe de gabinete Morgan McSweeney e do diretor de comunicação Tim Allan acende debates sobre a direção política. McSweeney ficou conhecido por priorizar a luta pela base trabalhista, enquanto Allan é visto como alinhado a uma linha Blairista.

A demissão do secretário de gabinete Chris Wormald abre espaço para uma escolha que impulse reformas administrativas no resgate da agenda de Starmer. Antonia Romeo surge como candidata favorita para o cargo, segundo fontes, com apoio de interlocutores próximos.

Potenciais substitutos para cabinet secretary

Outras possibilidades mencionadas incluem Minouche Shafik, conselheira econômica, e Louise Casey, diretora não executiva do governo que já teve críticas pela compatibilidade com o cargo. A escolha carrega riscos de atenção midiática elevada.

No cenário externo, informações indicam cautela entre membros de No 10 quanto a depender de uma figura única para liderar mudanças. Existe a hipótese de criar um cargo de “executivo-chefe” para coordenar entregas entre departamentos.

Estrutura da equipe e estratégia

Enquanto isso, Starmer nomeou dois co-chefes de gabinete de perfil baixo: Vidhya Alakeson e Jill Cuthbertson. Avalia-se se a equipe temporária permite que o premiê defina seu estilo de liderança sem depender de um estrategista único.

Disputa interna também aponta potenciais elevações a cargos de liderança na equipe, entre nomes como Amy Richards, Varun Chandra e Steph Driver, que já liderou a comunicação. A direção busca manter o foco na agenda legislativa e no relacionamento com a bancada.

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