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Hugo Motta apoia decisão de Dino que suspendeu penduricalhos no serviço público

Motta defende decisão de Dino que suspende penduricalhos; reajuste de servidores da Câmara respeita parâmetros do Judiciário, sem elevar despesas

Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) — Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados
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  • O presidente da Câmara, Hugo Motta, defende a decisão do ministro Flávio Dino, do STF, que suspendeu pagamentos de penduricalhos ilegais no serviço público.
  • Motta disse que a decisão é justa e que o tema precisa ser discutido pela sociedade, mantendo o tom de coerência com a reforma administrativa.
  • O deputado afirmou que o reajuste de salários dos servidores da Câmara, aprovado recentemente, seguiu parâmetros usados pelo Judiciário e pelo TCU.
  • Ele afirmou ter consciência tranquila, pois o aumento não implicou em incremento de despesas do orçamento.
  • A mudança abre espaço para pagamentos acima do teto de R$ 46 mil, com gratificações que podem chegar a cem por cento na Câmara e no Senado.

Hugo Motta, presidente da Câmara, defendeu a decisão do ministro Flávio Dino, do STF, que suspendeu o pagamento de penduricalhos ilegais no serviço público. A declaração ocorreu durante evento remoto com o banco BTG Pactual, em São Paulo.

Motta afirmou que a decisão traz luz a um tema relevante e que o Brasil precisa enfrentar o assunto. Ele destacou que a discussão está alinhada à reforma administrativa e que a sociedade cobra esse debate.

O deputado ressaltou que o reajuste salarial aprovado para servidores da Câmara ocorreu dentro de parâmetros usados pelo Judiciário e pelo TCU. Segundo ele, o projeto seguiu critérios de coerência e não elevou despesas do orçamento.

Pontos sobre o reajuste e os impactos

A mudança permite pagamentos acima do teto de 46 mil reais para parte das gratificações. Dados apresentados apontam que algumas vantagens podem chegar a 100% para cargos da Câmara e do Senado, conforme o andamento do processo legislativo.

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