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Gran júri não indiciou democratas que pediam tropas para recusarem ordens ilegais

Grande júri de Washington decide não indiciar seis democratas que pediram tropas para recusar ordens ilegais; reação de Trump é de indignação e ataques.

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Mark Kelly speaks after departing federal court on 3 February 2026 in Washington DC.
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  • Um grande júri de Washington, Distrito de Columbia, decidiu não indiciar seis legisladores democratas que participaram de um vídeo pedindo que tropas recusassem ordens ilegais.
  • Os manifestantes incluídos foram Elissa Slotkin, Mark Kelly, Jason Crow, Chris Deluzio, Maggie Goodlander e Chrissy Houlahan; Slotkin organizou o vídeo.
  • Donald Trump chamou o ato de “comportamento seditioso de traidores” e afirmou que seria punível com a morte.
  • O Departamento de Justiça havia pedido o indiciamento; Slotkin afirmou que a decisão judicial manteve o Estado de direito e criticou Trump e Jeanine Pirro por tentar criminalizá-la.
  • Slotkin disse ter se recusado a cooperar com investigações do DOJ, enviando carta para preservar os registros, argumentando que a liberdade de expressão deve ser protegida pela Constituição.

Um grande júri de Washington DC decidiu não apresentar acusações contra seis democratas que participaram de um vídeo pedindo aos militares para recusarem ordens ilegais. No material, Elissa Slotkin, Mark Kelly, Jason Crow, Chris Deluzio, Maggie Goodlander e Chrissy Houlahan, com histórico militar ou de inteligência, aparecem alertando sobre o tema.

O clipe foi organizado por Slotkin, ex-funcionária da CIA, e recebeu críticas de Donald Trump, que chamou a ação de comportamento seditioso de traidores e afirmou que poderia haver punição severa. A declaração alimentou debates sobre limites da liberdade de expressão e da atuação de autoridades.

Kelly classificou a medida como abuso de poder por parte de Trump e de seus aliados. Slotkin comentou que o vídeo apenas citava a lei, e afirmou que a procuradora Jeanine Pirro tentou induzir o júri a indiciar os democratas, sob orientação do ex-presidente.

Investigação não avança

A Justiça Federal havia pedido para ouvir Slotkin, segundo anunciou a senadora. Ela informou que enviou carta a Kemp Bondi e Pirro, rejeitando os pedidos e orientando a conservar os comprovantes caso haja ações judiciais futuras.

Slotkin também disse que não pretende legitimar as ações respectivas e reiterou a defesa da liberdade de expressão, destacando o papel da Constituição. Segundo ela, o episódio mostra uso da máquina judicial para atingir adversários políticos.

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