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Gabbard encerra força-tarefa de inteligência ligada a Trump

Gabbard encerra força-tarefa de inteligência criada para depolarizar agências; críticos a veem como instrumento partidário, impactando transparência e fiscalização ao Congresso

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Director of National Intelligence Tulsi Gabbard speaks during a press briefing, at the White House in Washington, D.C., U.S., July 23, 2025. REUTERS/Kent Nishimura/File Photo
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  • Tulsi Gabbard informou à Reuters que encerrou a Task Force Director’s Initiatives Group (DIG) e realocou seus membros, mantendo foco na entrega de resultados.
  • A DIG foi criada no ano passado para combater a politicização nas agências de inteligência, mas críticos a viam como instrumento de ataques partidários.
  • Segundo a ODNI, a DIG era temporária e visava suprir prioridades de curto prazo, incluindo ações relacionadas a ordens executivas presidenciais.
  • A decisão de encerrar a DIG ocorreu em meio a alegações de equívocos, que a ODNI negou, enquanto o Congresso exigia relatório classificado com informações sobre liderança, quadro e contratações.
  • A divulgação ocorre em um momento sensível, com debates sobre segurança eleitoral e investigações envolvendo votação na Geórgia e em Porto Rico.

O chefe de espionagem dos EUA, Tulsi Gabbard, informou à Reuters que encerrou a força-tarefa criada no ano passado para combater a politização das agências de inteligência. A prática foi descrita como temporária, com o objetivo de reorientar esforços e liberar recursos para projetos prioritários.

Gabbard afirmou que integrantes do Director’s Initiatives Group (DIG) foram realocados para equipes dentro da ODNI. A decisão de encerramento, segundo ela, decorre de apoio a uma missão contínua de entregar resultados com foco na missão institucional.

A assessoria de Gabbard afirmou que o DIG foi uma medida provisória para manejar tarefas com prazos próximos, incluindo ordens executivas presidenciais. A troca de membros visa manter a produção de resultados sem manter a estrutura temporária.

Fontes disseram que a decisão de fechar o DIG ocorreu após supostos deslizes. O órgão negou qualquer erro, destacando que o DIG sempre foi considerado temporário e alinhado com a legalidade de repasse de informações e recursos.

O anúncio ocorre em meio a críticas sobre a atuação da empresa na atualidade política. Parlamentares questionaram o nível de transparência e o que seria compartilhado com o Congresso sobre liderança, quadro e contratações do grupo.

Relatores do Congresso já solicitaram, em dezembro, um relatório classificado com detalhes sobre a liderança, quadro e práticas de contratação do DIG. A ODNI informou que deverá fornecer os dados solicitados, ainda que com atraso.

A revelação sobre o encerramento surge num momento sensível para Gabbard, diante de debates sobre a influência de ações de inteligência na eleição. A Casa Branca sustenta a função de revisão de segurança eleitoral, enquanto democratas alertam para possíveis extrapolações da agência.

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