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Bezos poderia ter salvado equipes de notícias e esportes do Washington Post

Discussão de vender as editorias de esportes e local do Washington Post para manter jornalistas foi encerrada, com fechamento das áreas e 400 demissões

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
“Save The Post” Rally As The Washington Post Begins Layoffs Amid Cost Cuts
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  • O Washington Post demitiu quatrocentos funcionários e fechou áreas de esportes e de notícias locais; discussão sobre vender ou reestruturar essas equipes não avançou e o Post encerrou as sessões envolvidas.
  • Mark Ein, proprietário do City Paper, teria apresentado uma proposta para transformar esportes e local em uma entidade separada que seria investida e hospedada pelo City Paper, mas a ideia foi abortada na semana passada.
  • Duzentos empregos não são cortados, mas setenta e cinco dos quarenta centos demitidos vieram da Arc XP, braço de publicação tecnológica do Washington Post.
  • No cenário político de mídia, o conglomerado de televisão Nexstar-Tegna enfrenta oposição no Senado, liderada por Chris Ruddy, da Newsmax, ao argumento de ampliar concorrência e proteger notícias locais.
  • A cobertura inclui campanhas de grupos pró e anti ao acordo, com menção a esforços de influência junto a apoiar ou não o acordo, incluindo referências a atividades associadas a Trump.

O Washington Post anunciou demissões de 400 funcionários e o fechamento de várias mesas, sem confirmar comentários oficiais. A decisão ocorreu semanas após o anúncio da saída abrupta do CEO Will Lewis. A proprietária do veículo é a Amazon, controlada por Jeff Bezos.

Relatos de fontes indicam que houve uma proposta anterior de transformar as áreas de esportes e local, para manter jornalistas empregados, apresentada por Mark Ein, proprietário do Washington City Paper. A ideia era criar uma entidade separada hospedada na plataforma do City Paper.

Entretanto, as negociações teriam sido interrompidas na semana passada, quando o Post encerrou as respectivas seções e demitiu os profissionais envolvidos. Os repórteres de esportes estavam no momento de cobertura de eventos relevantes como o inverno olímpico e o Super Bowl.

Mudança de tema: jugo de mídia e competição pública

No fim de semana, surgiram informações de que Mark Ein respondeu positivamente à ideia de manter a cobertura local caso o acordo tivesse avançado, mas o Post não comentou o assunto. O episódio evidencia tensões entre jornalismo local e estruturas corporativas.

Outras vozes do setor expressaram dúvidas sobre a razão financeira por trás das decisões. Um executivo ligado a filantropia afirmou que grandes proprietários de mídia nem sempre buscam lucro direto, buscando, às vezes, apenas reduzir perdas.

Kara Swisher, editora e apresentadora de tecnologia, avaliou publicamente que Bezos pode buscar manter influência de longo prazo, sem declaração explícita sobre motivações. A menção a possíveis estratégias de negócios não foi confirmada pelo Post.

Nexstar, Newsmax e o debate antimonopólio

No front de rádios e TV, Chris Ruddy, CEO da Newsmax, testemunhou no Senado contra a fusão Nexstar-Tegna, sob a alegação de que a expansão elevaria a concentração de mercado e prejudicaria a imprensa local. A discussão envolve o teto de propriedade de veículos no país.

Ruddy sustenta que a fusão concentra poder em poucas empresas e poderia reduzir a pluralidade de notícias locais, ao passo que a audiência de Newsmax é significativa, mesmo diante de litígios com operadoras de cabo. Estima-se que a aprovação possa alterar o equilíbrio de mercado.

O tema gerou debates sobre incentivos políticos no âmbito da mídia. Grupos pró e anti fusão investem em campanhas, incluindo anúncios voltados a figuras políticas de peso nacional.

Outros temas da semana

Relatos sobre grandes nomes da tecnologia aparecem nos chamados “Epstein files”, com relatos sobre encontros entre executivos e o empresário. Hoje, a pauta envolve Tim Cook, Bill Gates, Elon Musk e Sergey Brin, entre outros, com alegações ainda não consolidadas.

Ainda na agenda, houve apresentação de um suposto celular ligado a Donald Trump, o chamada “Trump Phone”, que, segundo a imprensa, será montado fora dos EUA. A equipe de imprensa revelou detalhes técnicos sobre o projeto.

Por fim, o Super Bowl gerou controvérsias sobre a performance de shows e transmissões, com disputas entre plataformas de streaming e emissoras. A turnê de anúncios gerou números variáveis de audiência, com impactos ainda em avaliação.

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