- O governo sueco vai restringir as regras para cidadania: tempo de residência de oito anos (em vez de cinco), salário mínimo mensal de 20.000 coroas e aprovação em teste de idioma e cultura.
- As mudanças devem entrar em vigor em seis de junho.
- Quem tem antecedentes criminais terá de cumprir prazos maiores; por exemplo, quem cumpriu quatro anos de prisão precisará aguardar quinze anos para solicitar cidadania.
- O ministro da Migração, Johan Forssell, afirma que os requisitos são bem mais rigorosos do que hoje.
- O governo aposta que posições mais restritivas sobre imigração agradarão eleitores na eleição parlamentar de setembro, com apoio dos Democratas Suecos.
Estocolmo — O governo de centro-direita da Suécia anunciou mudanças nas regras de cidadania, incluindo residência mínima de oito anos, renda mensal superior a 20.000 coroas e a necessidade de passar em um teste sobre a sociedade sueca, com vigência prevista para 6 de junho.
O Ministério da Migração explicou que, hoje, quase não há exigências para a cidadania. A nova política reforça o processo, tornando-o mais rigoroso para cidadãos em potencial.
Segundo o ministro Johan Forssell, é razoável saber se a Suécia é monarquia ou república antes de obter a cidadania. A declaração foi feita durante coletiva de imprensa.
Quem tiver condenação, no país ou no exterior, deverá cumprir prazo de espera maior para pedir a cidadania. Um exemplo citado foi de alguém com uma sentença de quatro anos, que precisaria aguardar 15 anos.
As medidas integram uma linha de políticas de imigração defendida pelo governo e por seus aliados, os Sweden Democrats, que associam o endurecimento a problemas de criminalidade vinculados à imigração.
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