- O ministro da Informação de Uganda, Chris Baryomunsi, condenou a operação militar na casa do líder da oposição Bobi Wine, dizendo que ele não cometeu crime e pode retornar ao local.
- Wine está desaparecido há semanas, depois de deixar sua casa em Kampala horas antes de ser anunciado o segundo colocado na eleição presidencial de dezoito de janeiro, vencida por Museveni.
- Em de de janeiro, Wine afirmou que sua esposa foi levada ao hospital após a invasão de soldados, que teriam a relacionado com constrangimentos.
- O chefe do Exército, Muhoozi Kainerugaba, filho do presidente, negou que houve agressão contra a esposa de Wine e disse, em X, que ela foi “capturada e liberada”; Baryomunsi afirmou que as autoridades vão investigar o ocorrido.
- Baryomunsi also disse que Uganda não planeja retirar seu contingente da missão da União Africana na Somália, em contraste com comentários de Kainerugaba; ele ressaltou que as publicações dele devem ser vistas como comentários casuais, não como política do Estado.
O ministro da Informação de Uganda, Chris Baryomunsi, condenou a operação militar na casa do líder da oposição Bobi Wine. Ele afirmou que Wine não cometeu crime algum e pode retornar ao imóvel.
Wine, estrela pop que se tornou político, está escondido há semanas após deixar a residência em Kampala. Ele foi anunciado como vice na eleição presidencial de 15 de janeiro.
No dia 24 de janeiro, Wine alegou que a esposa foi levada ao hospital após invasão de soldados, que teriam desabrigado parcialmente e asfixiado-a. A versão não foi oficialmente confirmada pelo governo.
Desdobramentos
O chefe das Forças Armadas, Muhoozi Kainerugaba, filho do presidente Museveni, negou que a esposa de Wine tenha sido agredida. Em seguida, afirmou ter “capturado e liberado” a mulher, em postagens na X.
Baryomunsi disse que as autoridades vão investigar o incidente. Não informou se haverá punição para os militares, caso haja violação da lei.
Um porta-voz do Partido União da Nação de Wine não respondeu a pedidos de comentário. A liderança da oposição acusa o governo de repressão militar.
Kainerugaba tem publicados posts controversos que, posteriormente, costuma apagar. Em momentos anteriores, ameaçou decapitar Wine e elogiou mortes de opositores.
Contexto
Baryomunsi reiterou que Uganda não pretende retirar tropas da missão da União Africana na Somália. O general havia sugerido, em postagens, a possibilidade de retirada por questões financeiras.
O ministro ressaltou que as declarações de Kainerugaba não refletem a política de Estado. O governo tem considerado a oposição como crítica à atuação militar.
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