- Lula afirmou que o presidente não pode ser “mesquinho” com cidades comandadas pela oposição, durante cerimônia de entrega de ambulâncias em Mauá, na Grande São Paulo.
- Em foto com prefeitos da região, destacou a presença de dois gestores do PL e disse que o partido de Bolsonaro é “o maior inimigo” na Câmara, mas que as cidades estão recebendo ambulâncias por terem sido eleitas.
- O presidente classificou a aproximação com os prefeitos como gesto de “consciência política” e reforçou que não pode agir de forma mesquinha.
- Participaram do evento prefeitos de diferentes siglas: Gilvan Junior (PSDB), de Santo André; Taka Yamauchi (MDB), de Diadema; Tite Campanella (PL), de São Caetano do Sul; Guto Volpi (PL), de Ribeirão Pires; Marcelo Lima (Podemos), de São Bernardo do Campo; Marcelo Oliveira (PT), de Mauá.
- Lula afirmou que estados do Nordeste que não apoiaram Bolsonaro não receberam “um centavo” do governo anterior e que atualmente está destinando mais dinheiro a São Paulo do que qualquer governo dos apoiadores dele já destinou.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira (9) que o chefe do Executivo não pode ser mesquinho com cidades da oposição. A declaração foi feita durante a cerimônia de entrega de ambulâncias em Mauá, na Grande São Paulo.
Ao posar para fotos com prefeitos da região, Lula destacou a presença de dois gestores do PL, sigla do ex-presidente Bolsonaro, e brincou que o líder do partido pode cobrar concorrência. Ele ressaltou que, apesar da filiação oposicionista, as ambulâncias seriam entregues aos eleitos.
O presidente afirmou que a foto ao lado dos prefeitos tinha o objetivo de reforçar a consciência política, lembrando que o cargo mais importante do Brasil exige moderação. Ele afirmou que não há espaço para mesquinharia no exercício do poder.
Participantes e contexto
Entre os participantes estavam os prefeitos Gilvan Junior (PSDB), de Santo André; Taka Yamauchi (MDB), de Diadema; Tite Campanella (PL), de São Caetano do Sul; Guto Volpi (PL), de Ribeirão Pires; Marcelo Lima (Podemos), de São Bernardo do Campo; e Marcelo Oliveira (PT), de Mauá.
Durante o discurso, Lula citou que estados do Nordeste que não apoiaram Bolsonaro teriam ficado sem recursos no governo anterior. Afirmou que, neste governo, destina mais dinheiro a São Paulo do que governos anteriores teriam alocado.
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