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Keir Starmer diz que não está disposto a sair após pedido de renúncia

Starmer enfrenta vigilância interna, recusa renúncia após pressão de Anas Sarwar; crise de liderança afeta No. 10 e agenda eleitoral

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
‘After having fought so hard for the chance to change our country, I’m not prepared to walk away from my mandate and my responsibility to my country,’ Starmer told MPs.
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  • Keir Starmer afirmou estar “não preparado para walk away” do mandato, após o pedido de demissão de Anas Sarwar, líder trabalhista na Escócia.
  • Sarwar pediu a saída de Starmer, dizendo que a distração prejudica a capacidade do Labour de vencer as eleições de maio na Escócia.
  • Morgan McSweeney, o principal assessor de Starmer, deixou o cargo, em meio a tensões sobre a nomeação de Peter Mandelson como embaixador dos EUA e reestruturação no No. 10.
  • Angela Rayner e Wes Streeting são vistos como possíveis rivais de liderança no futuro; Streeting tornou públicos mensagens privadas sobre Mandelson e Starmer.
  • Tim Allan, diretor de comunicações, pediu demissão; Chris Wormald negocia saída como parte de uma ampla remodelação, aumentando a sensação de turbulência no governo.

Keir Starmer enfrenta pressão interna após o líder trabalhista da Escócia exigir sua renúncia, em meio a uma crise envolvendo a nomeação de Peter Mandelson como embaixador dos EUA. O momento levou a uma sequência de desdobramentos no governo, com impactos no funcionamento do partido.

Os acontecimentos ocorreram ao longo de um dia de intensa tensão política, em Londres e Edimburgo, com a resposta inicial do gabinete apoiando Starmer e, ao mesmo tempo, vozes pedindo mudança na direção do governo. A instabilidade ganhou contornos de batalha pela liderança.

Anas Sarwar, líder do Labour na Escócia, chamou Starmer à resignação, alegando que a distração prejudica as eleições no parlamento escocês. O episódio se soma a críticas sobre decisões do governo e ao desgaste causado pela nomeação de Mandelson.

Angela Rayner e Wes Streeting aparecem como eventuais rivais de Starmer no futuro, enquanto a direção do partido tenta reconstruir a unidade. No mesmo dia, Morgan McSweeney deixou o cargo de assessor próximo ao primeiro-ministro, alimentando dúvidas sobre a equipe de comunicação.

Tim Allan, diretor de comunicação, pediu demissão após poucos meses no posto, citando a necessidade de uma nova equipe em Downing Street. Chris Wormald, o principal servidor público, negocia uma saída como parte de uma remodelação no governo.

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