- A Administração Marítima do Departamento de Transportes dos EUA emitiu nova orientação para embarcações comerciais estrangeiras que transitam pelo estreito de Hormuz, marco-chave de fornecimento de petróleo no Oriente Médio.
- A orientação recomenda que navios com bandeira dos EUA mantenham distância o máximo possível das águas territoriais do Irã, sem comprometer a segurança da navegação.
- Os tripulantes devem recusar verbalmente a permissão de abordagem de forças iranianas caso sejam solicitados.
- Caso forças iranianas abordem um navio com bandeira dos EUA, a tripulação não deve resistir de forma forçada.
- O contexto envolve tensões entre EUA e Irã, com negociações sobre o programa nuclear em curso via Omã; também há referência a pressões adicionais, como tarifa de 25% anunciada por Donald Trump.
O governo dos Estados Unidos emitiu novas diretrizes para embarcações comerciais que atravessem o Estreito de Hormuz, diante de tensões persistentes com o Irã sobre o programa nuclear.
A Administração Marítima do Departamento de Transporte dos EUA orienta navios com flag de seu país a manterem distância da zona de águas territoriais iranianas e a recusarem verbalmente autorização de abordagem, se solicitados.
A orientação acrescenta que as tripulações não devem resistir à força caso forças iranianas abordem um navio com a bandeira dos EUA.
O Irã já ameaçou fechar o Estreito de Hormuz, parte dele em águas territoriais, e, no passado, interceptou navios comerciais sob alegações de contrabando, aumentando o risco na região.
No âmbito diplomático, o chefe da diplomacia iraniana disse que as negociações nucleares com os EUA, mediadas pela Oman, começaram bem e devem continuar, o que pode atenuar temores de escalada.
Apesar de demonstrar abertura, Washington afirma que as conversações devem abranger mísseis balísticos, apoio a grupos na região e direitos humanos, de acordo com fontes oficiais.
Além disso, as ações recentes ocorrem em meio a uma ordem executiva do ex-presidente Trump que impôs tarifa de 25% a importações de países que comprem, direta ou indiretamente, bens do Irã, segundo relatos associados ao tema.
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