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Chris Minns defende polícia após acusações de violência contra protestos

Chris Minns defende atuação policial em ‘situação impossível’ durante protesto contra visita de Isaac Herzog em Sydney, com 27 detenções e dez agentes feridos

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Police detain protesters during a protest against the visit of Israel's president, Isaac Herzog, in Sydney.
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  • Manifestantes protestaram contra a visita do presidente israelense Isaac Herzog em Sydney; a polícia prendeu 27 pessoas e afirmou que 10 agentes foram agredidos.
  • A polícia utilizou spray de pimenta contra os manifestantes perto da Town Hall; a deputada verde Abigail Boyd disse ter sido alvo de abordagem, com ferimentos no pulso e no queixo.
  • O primeiro-ministro de NSW, Chris Minns, defendeu as ações policiais, dizendo que as forças estavam “em uma situação impossível” e precisavam manter dois grupos separados diante da presença de cerca de sete mil judeus em luto na cidade.
  • A marcha foi realizada apesar de restrições de protesto para impedir o trajeto até o parlamento de NSW, decisão questionada em tribunal, com ações de grupos pró-Palestina buscando ampliar as manifestações.
  • Críticas de parlamentares de Greens e da oposição apontam que as ações foram excessivamente agressivas; o Palestine Action Group planeja novo ato à noite para exigir a retirada de acusações e responsabilização de policiais.

O governador de Nova Gales do Sul, Chris Minns, defendeu a atuação policial durante um protesto contra a visita do presidente israelense Isaac Herzog a Sydney. A contestação ocorreu na segunda-feira à noite, próxima ao Town Hall, com restrições de manifestação em vigor.

Segundo relatos, a polícia usou spray de pimenta contra manifestantes e prendeu 27 pessoas. Foi informado ainda que 10 agentes foram agredidos, sem relatos de lesões graves. A operação ocorreu após a implementação de medidas restritivas para impedir marcha até o Parlamento estadual.

Abigail Boyd, parlamentar do Greens, afirmou ter sido alvo de abordagem policial, com lesões no pulso e no queixo. A deputada disse ter ficado surpresa com o tipo de atuação a que foi submetida.

Minns ressaltou que houve um esforço policial para evitar confronto, afirmando que as autoridades foram colocadas em uma situação difícil. Disse ainda que o objetivo era manter separados dois grupos presentes na cidade.

O premier mencionou que o governo tentou negociar com organizadores para transferir o protesto para Hyde Park, onde havia espaço seguro para a marcha. Segundo ele, havia a necessidade de manter a segurança de multidões diversas, incluindo participantes de uma grande demonstração judaica.

Desdobramentos e reações

Críticos do governo, como Sue Higginson, afirmam que as ações policiais foram inadequadas e planejam encaminhar denúncias à Law Enforcement Conduct Commission. A deputada pediu avaliação sobre o uso de fuerza e táticas de contenção.

A parlamentar federal Tanya Plibersek classificou as imagens como preocupantes e pediu investigações. Ela destacou o direito de protestar, desde que acontecesse de forma segura e conforme as orientações policiais sobre rotas.

O deputado estadual Stephen Lawrence reconheceu que a repressão a marchas autorizadas está em debate, citando a criação de um ambiente de pressão institucional. Ele enfatizou a necessidade de facilitar manifestações pacíficas.

A polícia, representada pelo assistente do comissário Peter McKenna, manteve a posição de que a situação foi extremamente volátil e que houve uma demonstração de contenção por parte dos oficiais. Ele reiterou que cada ação policial precisa ser justificada.

Authorities do governo estadual afirmaram que o contexto envolveu uma combinação de ações reivindicatórias e restrições públicas, e que os acontecimentos não devem ser vistos isoladamente. As investigações sobre as imagens continuam em aberto.

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