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Aliado próximo de Machado é sequestrado por homens armados após saída da prisão

Aliado próximo da oposição venezuelana é sequestrado por homens fortemente armados horas após deixar a prisão; familiares exigem prova de vida e liberação imediata

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Juan Pablo Guanipa was kidnapped by armed men shortly after being freed from prison in Venezuela, María Corina Machado said.
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  • Juan Pablo Guanipa, aliado próximo de María Corina Machado, foi sequestrado horas após a sua libertação de prisão, em Caracas.
  • Segundo Machado, homens fortemente armados, vestidos de civil, chegaram em quatro veículos e o levaram de forma violenta.
  • Guanipa ficou mais de oito meses detido; no domingo foram liberados ao menos trinta opositores.
  • Foro Penal expressou preocupação com o desaparecimento e pediu a libertação imediata de Guanipa.
  • O contexto envolve pressões para liberar presos políticos, visitas de representantes do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos e o uso daLiberação sob o governo interino de Delcy Rodríguez.

Venezuelana Juan Pablo Guanipa, aliado próximo da líder opositora María Corina Machado, foi sequestrado horas após deixar a prisão. A detenção ocorreu em Caracas, segundo Machado, que informou pelas redes sociais.

Segundo Machado, homens fortemente armados, vestidos de civil, chegaram em quatro veículos e levaram Guanipa de forma violenta. Ela pediu a imediata libertação do ex-governador, que ficou mais de oito meses detido.

Guanipa havia sido preso em maio do ano anterior, acusado de integrar suposto grupo terrorista ligado a boicotes eleitorais. O ministro do Interior, Diosdado Cabello, já havia atribuído a Guanipa participação em atos contra o governo.

Relevância e desdobramentos

Foro Penal, grupo de defesa de prisioneiros, expressou preocupação com o paradeiro de Guanipa e disse não ter informações definitivas sobre quem o capturou. A entidade acompanhou a divulgação de que, no domingo, ao menos 30 presos foram liberados.

As liberações ocorreram após pressão internacional, com visitas de representantes do Alto Comissariado da ONU para Direitos Humanos. O governo interino de Delcy Rodríguez, que assumiu após a prisão de Nicolás Maduro, destacou a liberação de uma quantidade expressiva de detentos.

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