- Flávio Bolsonaro defende endurecimento das leis penais, fim das saídas temporárias para presos e retomar controle estatal de presídios e áreas dominadas por facções, citando El Salvador como referência.
- Em entrevista ao Estúdio 5° Elemento, o pré-candidato afirma necessidade de política mais rígida contra o crime organizado para reaver autoridade do Estado.
- politically, ele também propõe autonomia econômica, com foco em infraestrutura, atração de capital privado para ferrovias e portos e produção nacional para reduzir dependências externas.
- Defende exploração de recursos naturais de forma sustentável, criticando entraves ideológicos em licenciamento ambiental e defendendo previsibilidade para investidores e projetos de infraestrutura.
- Sobre estatais, sustenta que companhias estratégicas mantenham função social e econômica, rejeitando privatizações totais em áreas sensíveis; aponta prioridade para maioria no Congresso em 2026 para viabilizar reformas.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) manteve a segurança pública como tema central de sua agenda, apresentado em uma entrevista neste domingo (8) no canal Estúdio 5° Elemento. O pré-candidato à presidência sinalizou endurecimento das leis penais, fim das saídas temporárias para presos e retomada do controle estatal sobre presídios e áreas dominadas por facções.
Além de reforçar a linha dura contra o crime organizado, ele explicou que propostas são baseadas em modelos de outros países, com objetivo de ampliar a autoridade do Estado e reduzir a influência de facções sobre territórios. Flávio também citou exemplos internacionais como referência para políticas públicas de segurança.
O político defendeu que o Brasil adote uma política mais rígida para enfrentar facções e manter o poder público presente em áreas sob domínio de criminosos. O plano inclui punições específicas para integrantes de organizações criminosas e revisão de mecanismos de concessões de benefícios a presos, com foco na reorganização institucional e na valorização da segurança pública.
Segurança pública
Flávio Bolsonaro argumentou que a polarização política atrapalha a governabilidade e sugeriu medidas de anistia como ferramenta de pacificação nacional. O objetivo seria reduzir o clima de conflito para possibilitar avanços em reformas estruturais.
No aspecto institucional, o senador ressaltou a necessidade de uma gestão pública mais alinhada, com equipe técnica que compartilhe as diretrizes eleitorais. Segundo ele, resistências internas têm dificultado a implementação de projetos no passado.
Economia, infraestrutura e estatais
O discurso também enfatizou a atração de capital privado para ferrovias e portos por meio de modelos de autorização regulatória. Flávio destacou o potencial de energia limpa, apontando para exportação à Europa como motor de crescimento.
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