- Morgan McSweeney pediu demissão do cargo de chefe de gabinete de Keir Starmer, em protesto relacionado à nomeação de Peter Mandelson como embaixador dos EUA.
- Ele afirma que a nomeação foi incorreta e que assumiu a responsabilidade pela orientação dada ao primeiro-ministro.
- Alega que o único caminho honrado é deixar o cargo, reconhecendo que a decisão não foi fácil e que o governo do Labour é o único capaz de melhorar o país.
- Em suas reflexões finais, destaca as vítimas de Jeffrey Epstein e defende uma reformulação fundamental do processo de due diligence e verificação.
- Mantém apoio ao primeiro-ministro e diz que continuará contribuindo para a missão do governo, considerando ter sido uma honra servir.
Morgan McSweeney deixou hoje o cargo de chefe de gabinete do líder do Partido Trabalhista, Keir Starmer, após a controvérsia envolvendo a nomeação de Peter Mandelson como embaixador do Reino Unido nos Estados Unidos.
Em uma declaração de demissão, o ex-funcionário afirmou ter tomado a decisão após reflexão cuidadosa. Atribuiu à nomeação de Mandelson a impacto negativo sobre o partido, o país e a confiança na política, assumindo a responsabilidade pelo aconselhamento dado ao primeiro-ministro.
McSweeney disse que a decisão de sair é a única postura honrada diante do que ocorreu e enfatizou que seu objetivo sempre foi apoiar um governo que prioriza a vida das pessoas comuns. Afirmou que o Labour é o caminho para esse objetivo.
O ex-assessor ressaltou ainda que, embora não tenha conduzido o processo de devida diligência, acredita na necessidade de uma revisão fundamental desse mecanismo para evitar falhas futuras e fortalecer salvaguardas institucionais.
Ele reiterou apoio ao primeiro-ministro, afirmando que o governo trabalha para restaurar padrões e reconstruir a confiança pública. McSweeney encerrou ressaltando que foi uma honra servir ao país.
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