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Concessões de Ley para unir coalizão podem ter aproximado deputados a Taylor

Concessões de Ley para reunificar a Coalizão podem ter empurrado deputados para o campo de Taylor, acelerando o risco de crise de liderança ainda nesta semana

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
‘Why would they vote for a party that is in coalition with the Nationals, when the Nationals’ only policy objective is to be more rightwing than One Nation?’ one Liberal MP asked.
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  • Sussan Ley fechou acordo para reunificar o partido Liberal e os Nationals, 17 dias após o rompimento da aliança.
  • O acordo suspende todos os ex-líderes do Nationals do shadow ministry até 1 de março, com Littleproud e Kevin Hogan participando de reuniões de alto escalão.
  • Ley cedeu à exigência de suspensões menores para os senadores dissidentes, reduzindo a pressão sobre uma possível reconciliação.
  • A manobra pode ter empurrado alguns deputados Liberais para o lado de Angus Taylor e dificultado a liderança de Ley.
  • Apesar de temores, Ley afirmou que a maioria do partido acredita que a coalizão é mais forte junta, e minimizou a possibilidade de deserção em massa.

Sussan Ley fechou um acordo para reunificar o Liberalismo com o Partido Nacional, após semanas de crise no governo de coalizão. A manobra ocorreu pouco mais de duas semanas após David Littleproud dissolver a aliança, citando divergências com Ley sobre leis de discurso de ódio.

Segundo relatos de parlamentares, a flexibilidade de Ley em reduzir as suspensões de três senadores que cruzaram o plenário foi considerada uma retaliação significativa. A generalidade das concessões, porém, não foi unânime entre os membros, que avaliam impacto sobre a credibilidade da liderança.

O acerto foi anunciado no domingo, com Ley afirmando que a coalizão está “mais forte junto” e que o acordo buscava olhar para o futuro, não para o passado. Littleproud e Kevin Hogan participarão de reuniões do shadow cabinet durante o período.

Detalhes da negociação

O entendimento prevê que todos os ex-frontbenchers do Nacional fiquem suspensos do shadow ministry até 1º de março, após o que retomam seus antigos portfólios. Littleproud e Hogan poderão acompanhar reuniões de alto nível, mesmo sem responsabilidades formais de frontbench.

Para chegar ao acordo, Ley surpreendeu ao aceitar suspensões mais curtas, enquanto o Nacional concordou com algum tipo de punição aos seus membros. A mudança ajudaria a acelerar a reunificação antes de Ley alinhar um frontbench apenas do Liberal.

Repercussões entre o partido

Alguns moderados veem a permanência na coalizão como uma estratégia de curto prazo, especialmente diante de pressões de outros grupos para distanciamento. Outros, porém, mantêm apoio à ideia de uma coalizão estável, mesmo com concessões aos Nacional. A tensão interna aumenta a probabilidade de novos movimentos internos, inclusive candidatos a liderança.

Um líder moderado avaliou que, embora o acordo tenha criado obstáculos, a saída seria mais complexa, e o consenso entre parte do espectro político indicaria equilíbrio entre políticas de centro e direita. O cenário permanece incerto, com MPs preparando-se para eventuais mudanças rápidas.

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