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Centro-esquerda pode derrotar extrema-direita no segundo turno em Portugal

Seguro é favorito no segundo turno da eleição presidencial em Portugal, com pesquisas apontando vantagem expressiva sobre Ventura e eventual estabilização política

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
A voter casts her ballot on Friday at a polling station during the presidential election in Lisbon.
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  • O candidato de centro-esquerda, António José Seguro, é favorito para vencer André Ventura no segundo turno da eleição presidencial de Portugal neste domingo.
  • Pesquisas indicam que Seguro terá o dobro de votos de Ventura no confronto direto, após o primeiro turno em que nenhum candidato atingiu mais de cinquenta por cento.
  • Seguro, veterano do Partido Socialista, se apresenta como moderado e promete cooperação com o governo de centro-direita, afastando-se do discurso anti-establishment de Ventura.
  • Ventura, líder do Chega, ganhou força no Parlamento e defende políticas mais rígidas de imigração; o partido cresceu como uma força relevante na política portuguesa.
  • O presidente de Portugal tem poder de veto, pode dissolver o parlamento e convocar eleições antecipadas; a apuração deve ficar pronta até a noite desta votação.

O socialista António José Seguro aparece favorito para vencer o candidato de linha populista André Ventura no segundo turno da eleição presidencial de Portugal, neste domingo. A disputa acontece após a primeira volta, na qual nenhum dos 11 candidatos atingiu mais de 50% dos votos.

Seguro recebe apoio de políticos tradicionais de esquerda e de parte da direita, buscando impedir uma ascensão maior de Ventura. Pesquisas apontam que Seguro deve obter o dobro de votos do adversário na cabeça a cabeça.

O pleito ocorre em um momento de leitura clara de que o cargo é majoritariamente simbólico, mas com poderes estratégicos, como veto a leis e a possibilidade de dissolver o Parlamento. O voto é decisivo para o equilíbrio político no país.

O atual contexto envolve uma eleição conturbada, marcada por instabilidade institucional recente. Ventura, que coordenou a escalada de um discurso anti-imigração e antiestablishment, viu o Chega crescer no espectro parlamentar em eleições anteriores.

Ventura defende linha confrontativa e já utilizou pautas como imigração e defesa da identidade nacional. Seguro, por sua vez, defende moderação, cooperação com o governo de centro-direita e contenção de políticas extremistas.

A votação começou às 8h e encerra às 20h, com divulgação de boca de urna prevista no fim do dia. Ao todo, cerca de 11 milhões de eleitores estavam aptos a votar, segundo dados oficiais. Os resultados oficiais devem sair ainda hoje, com expectativa de confirmação até a noite.

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