- O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), sinaliza a possibilidade de disputar o Senado em 2026, mantendo apoio ao vice-governador Ricardo Ferraço (MDB) para o governo estadual.
- Casagrande indicou que Ferraço é o pré-candidato para dar continuidade ao trabalho no estado, destacando seu conhecimento sobre lideranças, municípios e programas.
- Entre os cotados para enfrentar Ferraço estão Lorenzo Pazolini (Republicanos), Paulo Hartung (PSD) e Helder Salomão (PT-ES) para o Senado, conforme apurado pelo jornal.
- Casagrande ainda não tomou decisão definitiva e deve definir até 15 de março se disputará o Senado, mantendo abertura para diálogos com lideranças locais.
O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), pode disputar uma vaga no Senado em 2026. Ele pretende apoiar o vice-governador Ricardo Ferraço (MDB) na corrida pelo Palácio Anchieta, sede do Executivo estadual.
Casagrande confirmou, em entrevista ao Poder360 divulgada neste domingo (8), que Ferraço é o pré-candidato a ser apoiado. O governador afirmou que o vice tem o compromisso de continuar e aperfeiçoar o trabalho desenvolvido no estado e conhece bem lideranças, municípios e programas em andamento.
Entre os nomes cotados para enfrentar Ferraço na disputa pelo Senado estão o prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), o ex-governador Paulo Hartung (PSD) e o deputado federal Helder Salomão (PT-ES).
Cenário para o Senado e adversários
Caso siga para a disputa, Casagrande pode enfrentar o deputado estadual Sérgio Meneghelli (Republicanos), a ex-senadora Rose de Freitas (MDB) e o senador Fabiano Contarato (PT-ES). A definição, porém, depende de decisões internas e de alianças regionais.
Casagrande ainda não fechou posição definitiva sobre a eleição. Ele explicou que pretende decidir até março e, se for disputar, o pleito seria para o Senado, mantendo um processo de escuta com lideranças do estado. A decisão deve ficar conhecida até o dia 15 de março.
O atual governo elogia o governo federal, destacando dados como queda do desemprego, evolução da atividade econômica e avanços em logística, concessões de rodovias e programas sociais. O comentário ocorre em meio a mobilização interna do PSB para manter o nome de Geraldo Alckmin como vice na chapa de Lula.
No âmbito nacional, o PSB mantém atuação expressiva com 16 deputados federais e quatro senadores. Além do Espírito Santo, governa Maranhão, com Carlos Brandão, e Paraíba, com João Azevêdo, além de administrar 312 prefeituras, incluindo Recife, cidade comandada pelo presidente nacional do partido, João Campos.
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