- PT celebrou 46 anos em Salvador, com Lula em destaque no evento.
- Em discurso, ele sugeriu que o enredo da campanha ainda não está pronto e sinalizou tom mais combativo, mirando Flávio Bolsonaro.
- Lula criticou a política atual, pediu mobilização nas redes e alvo às emendas, chamando o uso de dinheiro público de “sequestro” e cobrando autocrítica da militância.
- O texto aponta que, apesar da postura antipolítica assumida, o PT é uma força central no cenário nacional, somando 17 anos e oito meses no poder entre Lula e Dilma.
- Há expectativa de disputa eleitoral de 2026 com potencial segundo turno entre Lula e Bolsonaro, em um ambiente de rejeições e alianças políticas voltadas à governabilidade.
O Partido dos Trabalhadores completou 46 anos neste sábado em Salvador, numa solenidade que reuniu lideranças e militância. O ato ocorreu em Salvador e contou com a participação de Lula, que discursou diante do público reunido para a celebração.
No discurso, o ex-presidente afirmou que o enredo da campanha ainda não está definido e descreveu um tom de disputa entre adversários, incentivando a militância a atuar de forma mais veemente nas redes e a contestar narrativas contrárias. O momento foi apresentado como parte de uma transição para as eleições de 2026.
Segundo o texto de referência, o PT está em uma fase de alta relevância política, com a liderança consolidada ao longo de 17 anos e oito meses entre governos e alianças. O conteúdo analisa a relação do partido com o centrão e o investimento em retórica de oposição, descrevendo o cenário eleitoral previsto para o próximo pleito sem emitir juízo de valor.
A reportagem acompanha ainda a percepção de que o atual momento envolve choques entre a base aliada, estratégias de comunicação e a atuação frente a críticas de adversários, sem projeção de conclusão ou avaliação subjetiva sobre resultados futuros.
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