- O filho da rainha Mette-Marit, Marius Borg Høiby, vai a julgamento em Oslo acusado de trinta e oito inquéritos, incluindo estupro de quatro mulheres; ele se declarou não culpado nos cargos mais graves.
- Mette-Marit, esposa do príncipe herdeiro Haakon, é alvo de críticas por revelações nos arquivos de Jeffrey Epstein, com quase mil menções que levantam questões sobre seu julgamento.
- A rainha mãe expressou pesar pela amizade com Epstein; o primeiro-ministro Jonas Gahr Støre pediu que ela forneça mais informações.
- A popularidade da monarquia caiu entre a população norueguesa, com pesquisas mostrando queda de cerca de setenta e dois por cento para cinquenta e quatro por cento em apoio à instituição.
- Haakon afirmou apoiar Mette-Marit e que a família precisa cuidar dos filhos, enquanto algumas entidades de patronato questionam a continuidade de vínculos com a princesa.
Marius Borg Høiby, neto filho da princesa Mette-Marit, é réu em Oslo por 38 acusações, entre elas de estupro e violência doméstica. O julgamento ocorre em meio a novas revelações sobre a relação da princesa com Jeffrey Epstein.
Na primeira audiência, Høiby negou os crimes mais graves, mantendo-se inocente. Ele também reconheceu culpa parcial por agressão agravada e conduta irresponsável, além de dirigir em alta velocidade. O caso atrai atenção nacional.
A princesa Mette-Marit, esposa do herdeiro, foi alvo de críticas após os arquivos de Epstein ganharem novas informações. Um lote divulgado pelo Departamento de Justiça dos EUA listou quase 1.000 menções a ela, incluindo mensagens de 2012.
A crise em torno da família real teve desdobramentos políticos. A premiênor Noruega, Jonas Gahr Støre, disse que a princesa exibiu má julgamento, pedindo clareza. O orgulho público pela monarquia também sofreu abalos.
Mette-Marit divulgou um comunicado reconhecendo o risco causado ao electrons da instituição e expressou arrependimento pela amizade com Epstein. O rei e a rainha permanecem com boa imagem entre parte da população.
O casal real tem sido pressionado a esclarecer a relação com Epstein, enquanto Haakon reafirmou apoio à esposa e ao filho, ressaltando o cuidado com as crianças. A situação exige equilíbrio entre família e funções públicas.
Pesquisas atuais indicam queda de apoio à monarquia, com sondagens revelando menor aceitação entre eleitores. A avaliação pública sobre Mette-Marit como futura rainha também caiu, segundo a imprensa.
Na mesma batalha, o parlamento realizou votação sobre a continuidade da monarquia. A maioria votou pela manutenção, mas a fragmentação política mostrou incerteza sobre o futuro da instituição.
Especialistas dizem que o andamento dos casos pode definir a percepção pública a longo prazo. A repercussão envolve a imagem da família, a legitimidade da linha de sucessão e o papel institucional.
Até o momento, não há conclusão sobre o desfecho das investigações nem sobre impactos duradouros nas funções reais. A cobertura continua acompanhando desdobramentos judiciais e políticos.
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