- Em maio de 2018, os Estados Unidos deixaram o acordo nuclear com o Irã (JCPOA), que limitava o programa atômico iraniano em troca da suspensão de sanções.
- Em janeiro de 2020, o general Qassem Soleimani, comandante da Força Quds, foi morto em ataque com drone, decisão tomada pelo governo dos EUA.
- Em agosto de 2020, os EUA tentaram acionar o “snapback” das sanções da ONU contra o Irã, mas a iniciativa falhou após muitos membros do Conselho de Segurança contestarem a validade do mecanismo.
- Em novembro de 2024, os EUA acusaram um iraniano ligado ao IRGC de envolvimento em uma suposta trama para assassinar Donald Trump.
- Em junho de 2025, os EUA atacaram sites nucleares iranianos, em conjunto com Israel, elevando as tensões na região.
O governo dos Estados Unidos rompeu com o acordo nuclear de 2015, o Joint Comprehensive Plan of Action, em maio de 2018. A decisão tirou os EUA do pacto, que previa aliviar sanções a Teerã em troca de limitações no programa nuclear. O objetivo era impedir avanços que pudessem levar à produção de armas.
Em janeiro de 2020, o general Qassem Soleimani foi morto em uma operação com drones no Iraque, ordenada pelo governo americano. O incidente elevou tensões regionais, com autoridades iranianas prometendo respostas e analistas questionando seu impacto no direito internacional.
Em agosto de 2020, Washington tentou reativar sanções da ONU contra o Irã, após o Conselho de Segurança rejeitar a extensão do embargo de armas. O esforço falhou, pois muitos membros entenderam a iniciativa como inválida, pela saída dos EUA do acordo.
Em novembro de 2024, o Departamento de Justiça dos EUA anunciou a acusação de um iraniano ligado ao IRGC por um suposto plano de assassinato contra Donald Trump. O acusado afirmou não ter seguido as instruções para a ação.
Em junho de 2025, os EUA atingiram alvos nucleares iranianos, em operação conjunta com Israel, marcando um dos maiores ataques ocidentais contra o Irã desde a Revolução de 1979. Teerã respondeu com ataques a uma base americana no Qatar.
Em setembro de 2025, sanções da ONU contra o Irã foram restabelecidas, lideradas por potências ocidentais, após acusações de violação do acordo de 2015. China e Rússia tentaram atrasar o processo, sem sucesso.
Em fevereiro de 2026, diplomacia entre EUA e Irã ganhou novo impulso em Omã, com avanços considerados encorajadores por autoridades iranianas. Mesmo assim, Teerã pediu que Washington suspenda ameaças, enquanto os EUA mantiveram sanções a entidades ligadas ao petróleo iraniano.
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