- O Pentágono anunciou o fim de todo treino militar, bolsas e certificados com a Universidade de Harvard.
- A medida foi anunciada pelo secretário de Defesa, Pete Hegseth, que chamou Harvard de “woke” em publicação no X.
- Hegseth disse que, em duas semanas, departamentos do Exército, Marinha e Força Aérea avaliarão programas de pós-graduação para membros das forças armadas em Ivy League e outras universidades civis.
- A ação é parte de uma escalada da gestão de Donald Trump contra universidades de elite, com críticas a postura acadêmica sobre questões militares e políticas.
- Harvard é alvo de ataques de Hegseth há anos, incluindo referências em livros e ações polêmicas públicas relacionadas à entrega de seu diploma.
O Pentágono anunciou que encerrará todos treinamentos militares, estágios e certificados com a Universidade de Harvard, conforme declaração do secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth. A medida faz parte de uma escalada da administração Trump contra a instituição.
Hegseth afirmou nas redes sociais que o Departamento de Defesa terminará de forma formal toda a Educação Militar Profissional associada à Harvard. Ele chamou a universidade de centro de ativismo contrário ao país.
Segundo o ex-apresentador da Fox News, a maioria dos docentes da instituição estaria hostilizando as Forças Armadas e desencorajando visões contrárias à esquerda. A declaração não detalha quais programas serão afetados.
O secretário de Defesa acrescentou que, em duas semanas, componentes do Exército, Marinha e Força Aérea vão avaliar programas de pós-graduação para membros da ativa em Harvard e em outras universidades civis. A meta é revisar a compatibilidade com a missão militar.
Hegseth é graduado pela Harvard Kennedy School e tem histórico de críticas à instituição, associando-a a posições anti-militares. Ele citou a necessidade de foco na capacidade de combate e na letalidade.
Donald Trump tem adotado postura de endurecimento com universidades de elite, citando questões como protestos, políticas de diversidade, questões de clima e políticas de identidade. Harvard figura entre os alvos, segundo o governo.
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