- O Bundestag proibiu a entrada de sete funcionários, considerados colaboradores do partido Alternativa para a Alemanha (AfD).
- Em sete casos, a emissão de crachá foi negada; em outros dois, o acesso aos sistemas informáticos foi bloqueado.
- Segundo Der Spiegel, esses sete funcionários são exclusivamente colaboradores da AfD.
- A AfD é alvo de acusações de abrigar uma célula adormecida pró-Rússia e de repassar informações a Moscou.
- Em 2024, a AfD empregava mais de cem pessoas no Bundestag que, segundo os serviços de inteligência interna, eram extremistas de direita.
O Bundestag confirmou nesta sexta-feira a proibição de entrada no prédio de sete funcionários ligados à AfD. A medida foi tomada na sessão de hoje para coibir vínculos com a legenda de extrema direita.
Segundo a Casa Legislativa, a emissão de crachá para membros e funcionários de grupos parlamentares foi negada em sete casos neste período. Em dois outros casos, o acesso aos sistemas internos também ficou suspenso.
A Der Spiegel informou que os sete nomes envolvidos são, de fato, colaboradores da AfD, conforme apurado pela reportagem. O veículo detalha ainda denúncias anteriores contra integrantes do partido.
A reportagem aponta que outros membros da AfD teriam sido condenados por incitação ao ódio ou infrações à legislação de armas, conforme a Der Spiegel. As investigações seguem em curso.
Conforme levantamento do Bayerischer Rundfunk, em 2024 a AfD empregou no Bundestag mais de 100 pessoas classificadas como extremistas de direita pelos serviços de inteligência interna da Alemanha.
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