- Lula afirmou que libertar Jair Bolsonaro seria desmoralizar o STF, que condenou o ex-presidente por suposta tentativa de golpe, comparando-o a um “cachorro louco”.
- Bolsonaro completa seis meses de prisão, em regime de prisão domiciliar, antes da transferência para a Papuda, conforme decisão do STF.
- Lula criticou o projeto de dosimetria, que criaria regras para reduzir penas de crimes cometidos em 8 de janeiro de 2023; a proposta foi aprovada e, depois, vetada por ele.
- Haddad chamou de “estupro das contas públicas” a forma como a gestão Bolsonaro apresentou as contas em 2022, destacando problemas de comunicação do governo.
- O ministro destacou que o governo anterior terminou 2023 com déficit de R$ 230,5 bilhões, com R$ 92,4 bilhões destinados ao pagamento de precatórios; mencionou a narrativa de oposição sobre déficits primários.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que libertar o ex-presidente Jair Bolsonaro seria desmoralizar o STF, que o condenou por suposta tentativa de golpe. Lula comparou Bolsonaro a um cachorro louco, em entrevista à TV Aratu, na Bahia, nesta sexta-feira.
Segundo Lula, Bolsonaro tentou destruir a democracia brasileira e foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão. O petista alegou que libertar o ex-presidente enfraqueceria a credibilidade da Suprema Corte.
O chefe do Executivo também criticou o projeto de dosimetria, que reduziria penas de condenados pelo 8 de janeiro de 2023 e poderia beneficiar Bolsonaro. Lula vetou a proposta ao sancionar a lei de 2024.
Entre a prisão domiciliar e a transferência para a Papudinha, Bolsonaro fecha seis meses preso por ordem do STF. O governante afirmou que o veto da dosimetria foi uma defesa da seriedade do sistema judiciário.
Haddad diz que houve “estupro das contas públicas” pelo governo Bolsonaro
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, criticou o governo anterior durante evento dos 46 anos do PT, em Salvador. Ele alegou que houve maquiagem contábil e descreveu 2022 como um período de “estupro das contas públicas”.
Haddad afirmou que o governo anterior criou uma narrativa que não reflete a realidade fiscal. Ele apontou como exemplo o déficit de 2023, que chegou a 230,5 bilhões de reais, com parte do valor destinada ao pagamento de precatórios.
Segundo o ministro, a oposição retrata o período de 2022 a 2023 como transição de superávit para déficits primários elevados. Haddad criticou ainda a PEC dos Precatórios e a forma de execução das finanças.
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