- França disse que a recuperação do Líbano continua frágil, apesar de sinais positivos após o cessar-fogo e a transição do governo, e está pronta para apoiar a reconstrução se o país seguir com reformas.
- Barrot afirmou que Paris pode sediar uma conferência dedicada à reconstrução, desde que reformas avancem, leis sejam aprovadas e decisões sejam implementadas.
- Ele ressaltou que o Líbano já adotou leis de segredo bancário e de resolução, mas ainda precisa concluir a reestruturação, fechar acordo com o FMI e aprovar a lei de partilha de perdas.
- O ministro pediu ação rápida sobre o desarmamento do Hezbollah e a reconciliação nacional, além de manter o controle estatal sobre as armas conforme o acordo de 2024.
- França pretende mobilizar apoio internacional para as Forças Armadas e as forças de segurança internas em conferência separada, marcada para 5 de março em Paris.
A França afirmou que a recuperação do Líbano permanece frágil, mesmo com sinais positivos após o cessar-fogo e a transição de governo. O governo francês se colocou à disposição para apoiar a reconstrução, se houver continuidade das reformas.
O chanceler francês Jean-Yves Le Drian? Na verdade, o ministro Jean-Noel Barrot disse, em Beirute, que Paris pode sediar uma conferência dedicada à reconstrução em Paris, desde que reformas avancem, legislação seja aprovada e decisões sejam implementadas. (Observação: permaneça fiel aos nomes do texto original.)
Em Beirute, Barrot reuniu-se com o presidente lebanês Joseph Aoun e outras autoridades para avaliar o progresso. O chanceler enfatizou ainda que o Líbano precisa manter o respeito ao cessar-fogo e avançar com o monopólio de armas sob controle do Estado.
Condições para apoio internacional foram destacadas: o país deve concluir a reestruturação financeira, fechar acordo com o FMI e aprovar uma lei de compartilhamento de perdas. A França também pediu ações rápidas sobre desarmamento de Hezbollah e reconciliação nacional.
A França planeja mobilizar respaldo internacional para as forças armadas libanesas e a segurança interna em uma conferência paralela marcada para 5 de março, em Paris. O objetivo é garantir estabilidade e confiança entre cidadãos, empresas e a diáspora.
Barrot ressaltou que o foco imediato é assegurar o cumprimento do cessar-fogo, incluindo retirada de Israel conforme os compromissos e proteção de civis. Os próximos passos dependem da implementação libanesa do plano de monopólio de armas.
O Líbano afirmou que colocará todas as armas sob controle estatal, conforme acordo de 2024 que encerrou o conflito com o Hezbollah. O grupo, por sua vez, alertou que avanços nessa linha podem gerar instabilidade na região.
A situação continua dependente da aplicação das reformas, do avanço nas negociações com o FMI e da cooperação entre o governo e o Hezbollah para evitar riscos à segurança doméstica.
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