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EUA prendem suspeito do ataque ao consulado de Benghazi em 2012, diz Bondi

Prisão de suspeito por participação no ataque à embaixada dos EUA em Benghazi, 2012; extraditado para enfrentar acusações de homicídio, incêndio e terrorismo

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
U.S. Attorney General Pam Bondi testifies before a Senate Appropriations Subcommittee, in Washington
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  • O Departamento de Justiça dos Estados Unidos informou a prisão de Zubayar al-Bakoush, suspeito de participação no ataque à embaixada dos EUA em Benghazi, em 2012, e dele foi feita a extradição aos EUA.
  • Al-Bakoush chegou à Base Aérea de Andrews às 3 da manhã e está sob custódia das autoridades.
  • Ele enfrentará acusações de homicídio, incêndio criminoso e terrorismo relacionados ao ataque.
  • O ataque, ocorrido em setembro de 2012, deixou quatro funcionários dos EUA mortos; duas outras pessoas já foram presas e condenadas pela participação.
  • Benghazi tornou-se símbolo da instabilidade na Líbia e gerou investigações nos EUA, com desdobramentos políticos na época.

O governo dos Estados Unidos prendeu um suspeito considerado como participante da ataque à embaixada em Benghazi, Líbia, em 2012. O Ministério da Justiça informou que Zubayar al-Bakoush foi extraditado e responderá por homicídio, incêndio e terrorismo.

Segundo o governo, o FBI prendeu um dos principais envolvidos no ataque. Bakoush chegou à Base Aérea de Andrews às 3h e está sob custódia das autoridades americanas. O anúncio ocorreu durante uma coletiva.

Quatro membros do pessoal americano morreram em 11 de setembro de 2012. O incidente, que inicialmente foi visto como uma reação a protestos, foi posteriormente interpretado como um ataque deliberado por extremistas ligados a redes associadas à al-Qaeda.

Duas outras pessoas já foram presas e condenadas por participação no ataque. O episódio expôs a instabilidade em Benghazi e na Líbia, contribuindo para debates políticos nos Estados Unidos na época.

Contexto e desdobramentos

A missão de 2012 gerou investigações e confrontos políticos entre republicanos e a então secretária de Estado Hillary Clinton, antes de sua candidatura presidencial. A cooperação internacional e o papel de grupos extremistas passaram a figurar entre os temas centrais das apurações.

Observação: o conteúdo é apresentado com foco em dados verificados, evitando conjecturas ou opiniões, com linguagem neutra e objetiva. Fontes oficiais costumam divulgar comunicados distintos; este texto sintetiza as informações disponíveis.

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