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Deputado trabalhista pede saída de assessores em Downing Street após Mandelson

MP trabalhista afirma que Keir Starmer precisa fazer uma limpeza entre assessores no número dez após o caso Mandelson, sinalizando mudança na equipe

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Keir Starmer followed by his chief of staff Morgan Mcsweeney
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  • O deputado do Labour Simon Opher pediu um “clearout” de assessores no nº 10 de Downing Street após o escândalo envolvendo Peter Mandelson, apelidado de “Príncipe das Trevas” na nomeação como embaixador dos EUA.
  • O pedido aponta para a saída do chefe de gabinete de Keir Starmer, Morgan McSweeney, que pressionou pela nomeação de Mandelson em 2024.
  • O nº 10 mantém a posição de não demitir McSweeney, buscando preservar a linha do líder Keir Starmer.
  • Apesar disso, há rejeição entre membros do Labour, que preferiam discutir a agenda política, como o plano de cuidado de câncer, em vez do caso Mandelson.
  • Dentro do Labour, há divisão sobre como avançar após a nomeação e o papel de McSweeney na decisão.

Keir Starmer enfrenta pressão interna no Partido Trabalhista após a controvérsia em torno da nomeação de Peter Mandelson como embaixador dos EUA. Um parlamentar trabalhista pediu uma limpeza entre os assessores em Downing Street, enfatizando que a decisão de emplacar Mandelson foi mal aconselhada. A cobrança surge em meio a críticas públicas ao comando de Starmer e à atuação de Morgan McSweeney, chefe de gabinete, apontado como responsável pelo anúncio.

O deputado Simon Opher afirmou em entrevista ao Today que é necessária uma mudança no staff de Number 10 para dissipar a insatisfação entre os parlamentares, que preferiam pautar outros temas, como planos de cuidado oncológico. Opher sugeriu que McSweeney deveria deixar o cargo, citando a decisão sobre Mandelson como exemplo de falha de aconselhamento.

Contexto e desdobramentos

No contrapeso, o governo tem mantido a posição de defesa da nomeação, enquanto a reação adversa se intensifica entre membros do próprio partido. Mandelson, conhecido pela ligação com o establishment, recebeu críticas por representar uma relação com o governo anterior, o que aguçou o debate sobre mensagens e direção política.

A controvérsia alimenta discussões internas sobre estratégia de comunicação e controle de equipes em Downing Street. Não há confirmação de mudanças imediatas na chefia de gabinete, mas a pressão interna aumenta a cada pronunciamento público sobre o tema.

Sobre o cenário político

A desenvolvimento da crise ocorre em meio a uma semana marcada por críticas à gestão governamental. Parlamentares têm destacado a necessidade de manter foco em políticas públicas, diferenciando debates internos de prioridades da população. Em resposta, setores da oposição ressaltam a importância de clareza e responsabilidade na condução de nomeações estratégicas.

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