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Broches anti-ICE tornam-se acessório essencial do red carpet

Pinos “ICE out” tornam-se acessório-chave no tapete vermelho, ampliando a voz de celebridades e acentuando o ativismo político na indústria do entretenimento

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Billie Eilish wears an ‘ICE out’ badge on her lapel at the Grammy awards in Los Angeles.
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  • Pesquisadores e celebridades foram vistos usando pins pretos e brancos com “ICE out” no red carpet do Grammy, em protesto contra ações do Immigration and Customs Enforcement (ICE).
  • Entre os que participaram estavam Hailey Bieber, Justin Bieber e Billie Eilish; os pins fazem parte de uma campanha apoiada pela American Civil Liberties Union (ACLU).
  • O movimento acompanha outras peças de protesto, como pins “Be Good” usados no Golden Globes, em memória de Renee Good e de Keith Porter Jr., vítimas de ações do ICE.
  • A tendência se espalha além dos EUA, com vendistas no Reino Unido oferecendo conjuntos de pins como “Abolish ICE” e itens relacionados.
  • Além dos pins, camisetas com mensagens anti-ICE ganham espaço, enquanto o movimento é associado ao conceito de “craftivism” (activismo feito com artes manuais).

Ontem à noite, no tapete vermelho do Grammys, artistas e celebridades protagonizaram uma expressão pública contra as ações do ICE, a Agência de Imigração e Alfândega dos EUA. Pins pretos e brancos com a inscrição ICE out foram usados por Billie Eilish, Hailey Bieber e Justin Bieber, entre outros. A ação integra uma campanha apoiada por organizações como a American Civil Liberties Union.

Os bottons compõem a resposta de um movimento crescente de protesto cívico no entretenimento. Além de refletir a indignação com casos recentes envolvendo o ICE, os acessórios seguem tendências de campanhas anteriores, como os pins Be Good vistos no Golden Globes.

O tom do movimento envolve artistas, estilistas e pequenas organizações que promovem mensagens políticas em eventos de grande visibilidade. Na prática, a adesão dos famosos amplia o alcance de pautas sobre direitos civis e imigração, com repercussão em redes sociais e no público presente.

Mudança de tema: alcance e atuação do movimento

Ainda que o foco seja o ICE, o fenômeno ganhou mosaico de iniciativas. Em redes, tutoriais de confecção de pins surgem em plataformas como TikTok, e vendedores online já vendem versões do acessório. Não se trata apenas de EUA: lojas britânicas também comercializam itens com slogans como Abolish ICE.

Com o mesmo espírito, artistas e criativos produzem peças artesanais, como pingentes temáticos e camisetas com mensagens associadas aos protestos. Especialistas apontam que esse tipo de ação pode incentivar participação cívica, além de fomentar discussões públicas sobre políticas de imigração.

Observação sobre o movimento e o contexto

Aspectos históricos ajudam a entender o momento: ações de protesto ligados a símbolos de resistência já tiveram uso em outras ocasiões, com diferentes plataformas culturais. Analistas destacam que, apesar de o tema ICE ter aceitação generalizada entre parcelas da opinião pública, há debates sobre o alcance efetivo de ações performativas.

A discussão permanece em aberto entre pesquisadores e ativistas de direitos civis. Defensores da prática afirmam que atividades artísticas podem facilitar engajamento cívico e incentivar ações como participação em protestos, contato com representantes e voluntariado.

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