- O primeiro-ministro britânico Keir Starmer pediu desculpas às vítimas de Jeffrey Epstein e disse lamentar ter nomeado Peter Mandelson como embaixador dos EUA.
- Starmer afirmou não ter conhecido a profundidade do vínculo entre Mandelson e Epstein quando o indicou, em dezembro de 2024.
- Ele disse que, apesar de já se saber que Mandelson conhecia Epstein, não se tinha ideia da intensidade da relação, e que pretende divulgar o parecer de avaliação feito na seleção.
- A divulgação do parecer depende de cumprir um pedido policial para não atrapalhar investigações.
- Starmer dirigiu-se diretamente às vítimas: “sinto muito pelo que foi feito a vocês” e pela confiança nas mentiras de Mandelson.
Em Londres, no dia 5 de fevereiro, o primeiro-ministro Keir Starmer pediu desculpas às vítimas de Jeffrey Epstein e disse arrepender-se de ter nomeado Peter Mandelson como embaixador dos EUA, devido à proximidade dele com o condenado.
Starmer afirmou não ter conhecido, no momento da nomeação em dezembro de 2024, a força da relação entre Mandelson e Epstein. A declaração visa esclarecer dúvidas sobre o processo de escolha para o posto no Washington.
O premiê também informou que pretende tornar públicos os pareceres de avaliação recebidos na seleção, desde que a polícia considere adequado não prejudicar investigações em curso. A divulgação depende de orientação policial.
Segundo ele, já era do conhecimento público que Mandelson conhecia Epstein, mas não a extensão da relação. Starmer pediu desculpas às vítimas pelaquilo que ocorreu, pela falha de autoridades e por ter acreditado nas informações fornecidas pelo indicado.
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