- Luta interna no Labour após a nomeação de Peter Mandelson como embaixador dos EUA, devido à sua amizade com Jeffrey Epstein.
- Vários deputados pedem a demissão do chefe de gabinete, Morgan McSweeney, atribuindo a responsabilidade ao governo.
- O clima em Downing Street é considerado por alguns parlamentares como “terminal”, segundo um membro do grupo de 2024.
- O primeiro-ministro Sir Keir Starmer pediu desculpas por ter acreditado nas mentiras de Mandelson e pela nomeação.
- Um ministro do gabinete afirmou que o futuro político de Starmer e de McSweeney permanece seguro, apesar da pressão.
Keir Starmer enfrenta crise interna no Labour após a nomeação de Peter Mandelson como embaixador dos EUA, ligada à proximidade do ex-ministro com Jeffrey Epstein. A reação foi rápida entre deputados do partido, que veem o episódio como uma falha de avaliação no governo. A discórdia se intensificou ao longo da semana.
Entre os envolvidos estão Starmer, Mandelson, Morgan McSweeney — chefe de gabinete do premiê — e diversos deputados do Labour. Politicamente, cresce a pressão para que McSweeney assuma responsabilidade pela decisão.
A nomeação foi anunciada recentemente, com a decisão recebida como controversa, dada a relação de Mandelson com Epstein. A tensão ganhou impulso após relatos de amizade que alimentaram críticas sobre o veto ético do governo.
Reação no Partido
Parlamentares veteranos e da turma de 2024 pressionam por respostas mais rígidas. Alguns afirmam que o governo precisa esclarecer os critérios de seleção e a comunicação com o público. A gestão de Starmer permanece sob escrutínio, enquanto o gabinete busca conter os danos.
Segundo a análise de comissões partidárias, a controvérsia pode influenciar a confiança de eleitoras e eleitores, especialmente em estados com histórico de apoio ao Labour. O governo sustenta que as decisões seguiram orientação institucional, sem oferecer novas justificativas públicas.
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