- Os líderes republicanos das comissões de inteligência da Câmara e do Senado rejeitaram uma queixa secreta de um denunciante anônimo, segundo a qual a diretora de Inteligência Nacional, Tulsi Gabbard, teria retido informações classificadas por motivos políticos.
- As respostas de ontem do senador Tom Cotton e do deputado Rick Crawford indicam que a queixa dificilmente avançará, embora democratas que tiveram acesso ao documento questionem o atraso de oito meses para encaminhá-lo ao Congresso, conforme exigido por lei.
- O escritório de Gabbard nega as acusações e também critica o tempo de encaminhamento, afirmando que a queixa trazia detalhes classificados que exigiram revisão jurídica e de segurança extensiva.
- O inspetor-geral da comunidade de inteligência afirmou que a denúncia também acusa o conselheiro geral de não comunicar um possível crime ao Departamento de Justiça; o documento vem com grande parte das informações vermelhadas.
- No que diz respeito à lei, o Senado afirma que o relatório deve ser enviado em até 21 dias; copies do documento confidencial foram entregues aos membros da chamada “gangue dos oito”.
Dois líderes republicanos da inteligencia do Congresso rejeitaram uma queixa secreta de um informante anônimo contra Tulsi Gabbard, diretora de Inteligência Nacional. O documento acusa Gabbard de manter informações classificadas por motivos políticos. A resposta de deputado e senador indica que o caso não deve prosseguir.
Cotton e Crawford disseram ter considerado a queixa pouco crível, seguindo avaliação de um auditor interno anterior. Eles afirmam que trata-se de uma tentativa de politizar decisões de segurança. A reação chegou apenas após o documento ter sido partilhado entre autoridades.
Democratas que tiveram acesso ao texto questionaram o atraso na remessa da queixa aos membros do Congresso, como exige a lei. Warner e Himes destacam que o relatório deve ser enviado em até 21 dias, e que há pontos que permanecem obscuros pelas redactions.
Reações e contexto
O escritório de Gabbard afirma que não houve conduta irregular e que o atraso na referência decorreu do volume de detalhes classificados, exigindo revisão jurídica e de segurança. O inspector‑geral anterior havia considerado a acusação como não comprovável.
O relatório também aponta uma acusação contra o aconselhamento jurídico da entidade de que não teria reportado possível crime ao Department of Justice. O documento atual mantém as alegações sob sigilo, dificultando a verificação.
O caso envolve ainda a atuação de Gabbard na coordenação de 18 agências de inteligência. Recentemente, a senadora foi observada em atividades relacionadas a investigações que já geraram controvérsias sobre eleições de 2020.
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