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Presidente do PT defende convencimento de Haddad como candidato em SP

Edinho Silva diz que Haddad pode ser candidato em São Paulo por convencimento, não pressão, em meio a debates e apoio interno

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Edinho Silva, presidente nacional do PT, durante evento que celebra os 46 anos do partido, em Salvador - Isa Conzi/PT
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  • Edinho Silva afirmou que Haddad sabe da responsabilidade nas eleições e que o PT pretende convencer, não pressionar, o ministro da Fazenda a participar da disputa.
  • O objetivo é estabelecer um diálogo para definir qual papel Haddad deve cumprir nas eleições deste ano, segundo o dirigente.
  • José Dirceu passou a defender publicamente a candidatura de Haddad ao governo de São Paulo, sugerindo incluir Geraldo Alckmin como vice.
  • Haddad é visto pelo PT como o “plano A” para enfrentar Tarcísio de Freitas, com o objetivo de evitar desvantagem do Lula em São Paulo.
  • No PSB, Geraldo Alckmin não demonstra apetite pela disputa estadual e tende a permanecer como vice-presidente, mantendo-se fora de uma eleição considerada de alto risco.

Edinho Silva afirma que Haddad deve ser convencido, não pressionado, para disputar em São Paulo. O comentário foi feito hoje, durante evento em Salvador, onde o presidente nacional do PT tratou da responsabilidade das eleições de outubro.

Segundo o dirigente, Haddad é um dos principais quadros do PT e pode ser candidato a quem quiser. O que ocorre, segundo ele, é um processo de diálogo para definir o papel do ex-ministro na eleição deste ano.

Outro apoiador do tema é José Dirceu, que reforçou a defesa da candidatura de Haddad ao Palácio dos Bandeirantes. Dirceu vê Alckmin como vice-presidente, formando um pacto político com a sociedade.

Haddad é considerado o plano A do PT para enfrentar Tarcísio de Freitas. A sigla busca manter vantagem de Lula em São Paulo, evitando desvantagem no estado caso o palanque paulista não seja competitivo.

O ministro da Fazenda, porém, não confirma pré-candidatura e afirma que prefere atuar na coordenação da reeleição de Lula, evitando movimentos de pré-campanha.

No PSB, a posição é semelhante. Alckmin não demonstra entusiasmo pela disputa estadual e pode permanecer como vice-presidente, diante de uma eleição considerada de alto risco.

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