- Lula afirmou em entrevista ao UOL que o vice-presidente Geraldo Alckmin sabe que precisa cumprir um papel em São Paulo na próxima eleição, alimentando a ideia de indicar Kassab ou um nome do MDB como parceiro na chapa.
- A estratégia busca fortalecer a esquerda em São Paulo, estado considerado crucial para a reeleição do presidente.
- Comentários do colunista Leonardo Sakamoto veem o movimento como pragmático, trocando o arranjo atual por uma aliança com maior segurança eleitoral contra a direita.
- Em outra linha, houve um racha em Santa Catarina, com a deputada Caroline de Toni deixando o PL após o próprio clã Bolsonaro empurrar Carlos Bolsonaro para a candidatura ao Senado no estado.
- Lula afirmou, em entrevista a Daniela Lima, que a economia positiva do seu terceiro governo ainda não se reflete nas pesquisas eleitorais porque a campanha ainda não começou.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou, em entrevista ao UOL, que o vice-presidente Geraldo Alckmin sabe que tem um papel a cumprir na campanha eleitoral deste ano em São Paulo. A declaração sugere sondagens sobre um eventual candidato do MDB ou a entrada de Gilberto Kassab na linha de frente da chapa, com o objetivo de fortalecer a esquerda no estado.
Lula também citou o impacto de alianças estratégicas e destacou que a cena política paulista é decisiva para a reeleição. A fala ocorreu após um jantar de apoio à campanha de 2026, descrito pela imprensa como um movimento de aproximação entre forças políticas de centro e esquerda.
A reportagem indica que a análise de comentaristas políticos, como Leonardo Sakamoto, aponta para um pragmatismo do governo, que busca acordos para ampliar a base de apoio e reduzir vulnerabilidades eleitorais frente à oposição.
Sobre o quadro em Santa Catarina, Sakamoto aponta um racha envolvendo o clã Bolsonaro. A deputada Caroline de Toni deixou o PL após a preferência do grupo pela candidatura de Carlos Bolsonaro ao Senado, gesto que, segundo a coluna, pode alterar o posicionamento da direita no estado.
A elevação de tensões internas no cenário catarinense, ainda conforme as análises divulgadas, mostra que a disputa pode favorecer candidaturas de diferentes espectros, com impactos para o desempenho de forças de direita e de esquerda no estado.
Fontes ouvidas pela reportagem destacam que o andamento da economia e a percepção sobre a condução do governo continuam a influenciar pesquisas, ainda sem traduzir-se em números de intenção de voto, visto que a campanha ainda não começou oficialmente.
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