- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que espera que o vice, Geraldo Alckmin, e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, concorram às eleições em São Paulo.
- Lula disse não ter conversado ainda com Haddad nem com Alckmin, mas afirmou que eles sabem que têm um papel a cumprir em São Paulo.
- O PT enfrenta desafio histórico: candidatos do partido quase não vencem no estado, hoje administrado pelo governador Tarcísio de Freitas, do Republicanos.
- A fala de Lula se soma à de Simone Tebet, que afirmou que Haddad é peça essencial para a disputa paulista.
- Na entrevista, Lula citou o senador Rodrigo Pacheco, de Minas Gerais, que resiste a uma candidatura em seu estado; Pacheco foi preterido na indicação à vaga no STF, que ficou com Jorge Messias.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quinta-feira que espera que o vice, Geraldo Alckmin, e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, atuem como candidatos em São Paulo. A declaração saiu em entrevista exclusiva à colunista Daniela Lima, do UOL. A ideia é que ambos contribuam para a disputa no estado.
Lula enfatizou que o PT tem condições de vencer em São Paulo, porém admitiu não ter conversado ainda com Haddad nem com Alckmin. O presidente afirmou que eles sabem que têm um papel a cumprir no cenário paulista, sem detalhar como seria essa atuação.
Historicamente, o PT enfrenta dificuldades no estado, que foi governado pelo PSDB por décadas e hoje está sob gestão de Tarcísio de Freitas (Republicanos). A leitura do presidente se soma a comentários recentes de Simone Tebet, que apontou Haddad como peça essencial no pleito de SP.
Contexto político em São Paulo
A fala de Lula coincide com o acúmulo de avaliações sobre a corrida eleitoral no estado, considerado crucial para o desempenho nacional das siglas de esquerda. A possível mobilização de Haddad e Alckmin é apresentada como estratégia para ampliar o palanque.
Alfinetadas e desdobramentos
Em outra pauta da entrevista, Lula citou o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que tem resistido à candidatura em Minas Gerais. Pacheco foi preterido na indicação para o STF, com a escolha de Jorge Messias contribuindo para atritos entre Executivo e Legislativo.
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