- A deputada Carol de Toni deixou o Partido Liberal (PL) após a sigla anunciar a candidatura de Carlos Bolsonaro ao Senado em Santa Catarina.
- Michelle Bolsonaro, então à frente do PL Mulher, publicou apoio público a Carol nas redes sociais no mesmo dia em que a deputada saiu do partido.
- O gesto de Michelle é visto por dirigentes do PL como sinal de desalinhamento com as decisões da cúpula da legenda.
- A saída de Carol expõe um racha na direita local em Santa Catarina, um estado tradicionalmente visto como bolsonarista, e pode influenciar futuras composições de chapas.
- O episódio aumenta as disputas internas que devem impactar as campanhas majoritárias nos próximos meses.
Carol de Toni deixou o PL após a direção ampliar o apoio de Carlos Bolsonaro como candidato ao Senado em Santa Catarina. A deputada comunicou a saída do partido na tentativa de preservar seu espaço político diante da decisão interna.
Na mesma semana, Michelle Bolsonaro publicou apoio público a Carol de Toni, ocupando o comando do PL Mulher. O gesto, feito nas redes sociais, ampliou a percepção de desalinhamento com as decisões da cúpula da sigla.
A crise interna envolvendo o PL ganhou contornos ao desembarcar na política catarinense, onde Carlos Bolsonaro foi oficializado como candidato ao Senado. O movimento evidencia um racha na formação das chapas locais, tradicionalmente associadas ao bolsonarismo.
Desdobramentos na base do PL
Dirigentes e aliados interpretaram o gesto de Michelle como sinal de que dissidências internas podem ganhar força na cena de Santa Catarina, estado com histórico de apoio ao bolsonarismo. A saída de Carol de Toni expõe tensões entre lideranças estaduais e a direção nacional.
Analistas apontam que o episódio pode influenciar a montagem de consórcios eleitorais e as estratégias para as próximas eleições majoritárias. A definição de candidaturas tende a acelerar debates sobre alianças e espaços de atuação dentro do partido.
A situação também reforça expectativas sobre próximos movimentos do PL no âmbito federal, com possíveis reconfigurações de apoio e de cargos, à medida que as disputas internas se intensificam. A apuração de fontes internas continua em aberto para confirmar novas definições.
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