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Ayuso: arquivadas acusações contra prefeito de Móstoles por não configurar assédio

Caso de suposto assédio contra vereadora de Móstoles provoca embate entre PP, PSOE e Más Madrid; pedidos de demissão e críticas a ocultamento do caso

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Manuel Bautista, junto a la presidenta de la Comunidad de Madrid, Isabel Díaz Ayuso, en una imagen de archivo.
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  • O PSOE acusa el PP de encubrir un caso de acoso sexual y laboral contra una edil de Móstoles, presentado por EL PAÍS, y critica a Ayuso por no reunirse con la víctima.
  • Alfonso Serrano, número dois del PP de Madrid, dijo que el caso fue archivado porque no era de acoso y que la investigación carecía de fundamento, descartando destituir al alcalde Manuel Bautista.
  • Más Madrid, liderado por Manuela Bergerot, exige la dimisión de Bautista y responsabilidades de Ayuso, Serrano y Ana Millán por supuestamente encubrir el caso.
  • Izquierda Unida, representada por Antonio Maíllo, denuncia encubrimiento y pide que se actúe ante el machismo, criticando la postura del PP.
  • Rebeca Torró, secretaria de Organización del PSOE, solicita la dimisión de Ayuso, Serrano, Ana Millán y Bautista tras el caso de acoso, acusando al PP de haberlo ocultado.

El País revela que o caso envolve o prefeito de Móstoles, Manuel Bautista, acusado de assédio sexual e laboral contra uma vereadora do município. A publicação indica que a investigação foi arquivada pela direção do PP Madri, com a justificativa de que não houve prática de assédio, mas sim uma disputa de natureza laboral entre colegas. A notícia surge em meio a pronunciamentos de opositores e de líderes do PP e do PSOE, que reagiram ao conteúdo.

A fala publicizada pelo PP, por meio de Alfonso Serrano, aponta que a conclusão do arquivamento ocorreu após relatos de que a vítima negou caracterizar o episódio como assédio. Segundo o partido, a apuração não tinha embasamento para avançar e visava prejudicar a imagem do chefe do executivo municipal. Já o PSOE afirma que o PP atua para encobrir decisões inadequadas, ressaltando que houve desacordo institucional entre as siglas.

Maíllo, da Izquierda Unida, criticou a forma como o PP lidou com a acusação, destacando a necessidade de transparência e responsabilização. Rebeca Torró, secretária de Organização do PSOE, pediu a demissão da presidente da comunidade, de membros do PP de Madrid e do prefeito de Móstoles, acusando os responsáveis de conhecimento prévio e ocultação da denúncia.

Manuela Bergerot, líder de Más Madrid, solicitou publicamente a demissão de Manuel Bautista e cobrou responsabilidade de Isabel Díaz Ayuso, de Alfonso Serrano e de Ana Millán, apontando ocultação do caso de assédio. Bergerot enfatizou solidariedade à vítima e destacou a gravidade da acusação contra o prefeito do município.

O debate ganhou contorno político com a presença de Ayuso na sessão de controle da Assembleia de Madrid, que foi marcada pela controvérsia em torno do caso. Parlamentares oposicionistas defenderam que o episódio revela padrões de conduta inadequados dentro da administração local e de alianças políticas. A declaração de Ayuso, que classifica o caso como fabricado contra o PP, divergiu de manifestações de representantes do PSOE e da oposição.

Paralelamente, o Senado recebeu a participação de Francisco Salazar, ex-assessor próximo de Pedro Sánchez, que comparece para discutir o caso Koldo, envolvendo acusações de assédio que o PSOE não teria apurado anteriormente. Salazar participa de uma comissão do Senado, a poucos dias de eleições em Aragão, ampliando o âmbito da cobertura política nacional.

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