- Donald Trump pediu aos americanos que deixem o escândalo de Jeffrey Epstein para trás, dizendo que não houve novas informações sobre ele e que é hora de falar de saúde ou de temas relevantes, citando Clinton como exemplo do que considera ser um problema dos democratas.
- Peter Mandelson, ex-embaixador britânico em Washington, renunciou ao parlamento britânico por questões envolvendo suposta passagem de informações sensíveis ao mercado para Epstein, enquanto ele era governo.
- Nos Estados Unidos, Bill Clinton e Hillary Clinton devem testemunhar no Congresso ainda neste mês sobre o material divulgado relacionado a Epstein.
- Trump sugeriu, em podcast conservador, que estados estratégicos “assumam” e “nacionalizem” eleições para proteger o partido, alegando combate à votação de imigrantes; a afirmação levanta preocupações sobre possível tentativa de fraudar as eleições de meio de mandato.
- Forças norte-americanas afirmam ter abatido um drone iraniano Shahed-139 que se aproximava de porta-aviões Abraham Lincoln no mar da Arábia, com um F-35, em ato considerado de aproximação agressiva.
Trump pede aos americanos para seguir em frente com os arquivos de Epstein, mesmo com novas informações em circulação. O tema volta a repercutir nos EUA e no Reino Unido.
Peter Mandelson, ex-embaixador britânico em Washington, deixou a Câmara dos Lordes após alegações de ter repassado informações sensíveis sobre o mercado ao ex-financiador Jeffrey Epstein durante o governo. A renúncia foi anunciada nesta semana.
Nos Estados Unidos, Bill Clinton e Hillary Clinton devem testemunhar no Congresso ainda neste mês, em meio à nova leva de documentos ligados a Epstein. Trump afirmou que não houve novidades sobre ele nos arquivos liberados.
Trump afirmou, em entrevista, que o material não traz evidências contra ele e que houve uma conspiração ligada a Epstein. O presidente reforçou a ideia de que o tema é um problema político ligado aos democratas, segundo a AFP.
Desdobramentos no cenário político e internacional
- Trump sugeriu, em podcast conservador, que autoridades estaduais favoreçam a aprovação de regras para evitar que credenciais eleitorais sejam contestadas, citando eleições com imigrantes em situação irregular. A afirmação desperta dúvidas sobre integridade eleitoral.
- Uma declaração de Trump sobre a invasão de território mexicano pelo governo americano no século XIX reacendeu críticas no México. A presidente mexicana fez alertas sobre a defesa da soberania do país.
- Tulsi Gabbard, na função de diretora de inteligência, conduz uma avaliação sobre a eleição de 2020 com aprovação de Trump, operando de forma paralela a investigações do Departamento de Justiça.
- O Exército dos EUA informou que derrubou um drone iraniano que se aproximava da aeronave de ataque Abraham Lincoln, no mar Arábico, com uma aeronave F-35. O drone Shahed-139 foi abatido em voo com intenções ainda não clarificadas, segundo o Comando Central.
- O governo americano anunciou que busca 1 bilhão de dólares em indenizações contra a Universidade de Harvard, em meio a uma disputa sobre alegações de antisemitismo. Trump criticou a gestão da instituição em publicação nas redes.
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