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Contemporâneo de Farage afirma que ele fez não-desculpa por racismo

Farage é alvo de crítica por "não pedir desculpas" após relatos de ex-colegas de Dulwich College sobre racismo e antisemitismo

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Nigel Farage taunted him with antisemitic comments when they were at Dulwich college, Peter Ettedgui alleges.
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  • Nigel Farage é acusado de fazer uma “não desculpa” por suposto comportamento racista e antissemita na Dulwich College, conforme memória de um colega da época.
  • Em entrevista à BBC, Farage disse que, se alguém foi ferido de forma genuína, é uma pena, mas afirmou que nunca teve a intenção de machucar.
  • O Guardian havia mostrado depoimentos de 34 ex-colegas que relatam comportamento racista, xenófobo e antissemita de Farage no colégio, incluindo o cineasta Peter Ettedgui.
  • Ettedgui afirmou que Farage o provocava com comentários antissemita e que o assédio ocorreu durante a adolescência, indo além do que era aceitável na época.
  • O cineasta questionou por que Farage negou repetidamente as acusações e como isso pode moldar sua trajetória política, enquanto Farage insiste que o comportamento da época poderia ter sido visto como “banter”.

Nigel Farage, líder do Reform UK, é acusado de ter feito um “não pedido de desculpas” por parte de um colega de escola que o acusa de racismo e antisemitismo. A declaração veio após ele dizer ter se desculpado por ter “ferido alguém” de forma genuína.

O episódio marca a primeira manifestação de remorso do político desde a série de denúncias publicadas pela Guardian, que ouviu 34 contemporâneos do colégio Dulwich, em sul de Londres, relatando comportamentos discriminatórios durante a adolescência.

Reação de vítimas e contexto

Entre os relatos, o cineasta Peter Ettedgui afirma que Farage frequentemente o insultava com comentários antissemíticos, incluindo o alegado elogio a Hitler. Ettedgui cobra explicações sobre a mudança de posição de Farage em relação às denúncias.

Ettedgui aponta que o recusa inicial de Farage em reconhecer os relatos deve ser examinada à luz de sua eventual candidatura a cargo público. Segundo ele, centenas de testemunhos descrevem bullying racista, xenófobo e antissemítico no período escolar.

O que Farage disse e o que se observa

Durante entrevista à BBC para um documentário sobre a ascensão do partido, Farage declarou que sua conduta não seria vista como inadequada na Grã-Bretanha dos anos 1970 e que nunca teve a intenção de ferir alguém. Ele reconhece que alguns se sentiram ofendidos, mas sustenta a ausência de intenção maligna.

Em resposta, Ettedgui reforça que 34 pessoas relataram experiências diretas de conduta abusiva de Farage, incluindo alunos que sofreram ou testemunharam, além de relatos de docentes. Ele sustenta que o comportamento foi persistente até a saída da escola, aos 18 anos.

Perguntas em aberto e impacto público

O cineasta também questiona como o histórico escolar de Farage pode influenciar sua atuação política atual, especialmente diante de uma tentativa de chegar à chefia do governo. A defesa de Farage de que o comportamento seria “banter” no passado contrasta com as descrições em Dulwich.

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