- Vários oficiais de Los Angeles pedem a renúncia de Casey Wasserman, chair do comitê LA28, após surgirem emails dele com Ghislaine Maxwell, traficante sexual condenada.
- Os emails são parte de mais de 3 milhões de arquivos sobre Jeffrey Epstein liberados pelo departamento de Justiça na semana passada.
- A supervisor(a) do condado de Los Angeles, Janice Hahn, e vereadores Hugo Soto-Martínez e Imelda Padilla, além da senadora estadual Lena Gonzalez e da supervisor(a) do condado Lindsey Horvath, juntaram-se ao pedido.
- O conteúdo das mensagens inclui trechos considerados inadequados; Wasserman disse que se arrepende das correspondências, sem afirmar relação pessoal ou empresarial com Epstein.
- Wasserman afirmou que não teve relação pessoal ou empresarial com Epstein e pediu desculpas pela associação; ele também mencionou uma viagem humanitária em 2002 a bordo do avião de Epstein.
Caso Wasserman: autoridades de LA pedem renúncia por emails com Ghislaine Maxwell
O chair da comissão LA28, Casey Wasserman, enfrenta cobranças para deixar o cargo após a divulgação de emails entre ele e Ghislaine Maxwell, condenada por tráfico sexual. Os contatos remontam a 2003 e aparecem entre mais de 3 milhões de arquivos sobre Jeffrey Epstein.
Wasserman afirmou que lamenta as mensagens antigas e nega ter tido relação pessoal ou comercial com Epstein. O comunicado ressalta que sua viagem humanitária em 2002 ocorreu em uma delegação ligada à Clinton Foundation e que não houve associação com Epstein ou Maxwell.
Entre os que exigem a renúncia estão autoridades locais, como a supervisoras do condado de Los Angeles Janice Hahn, além de membros do conselho municipal da cidade, Hugo Soto-Martínez e Imelda Padilla. Também há apoio entre o Senado estadual e outros executivos locais.
Os emails revelam mensagens de tom sugestivo entre Wasserman e Maxwell, incluindo conversas sobre encontros e situações constrangedoras. Os conteúdos foram divulgados no contexto da liberação de documentos do Departamento de Justiça.
Contexto e Reações
Os representantes afirmam que a presença de Wasserman na liderança da LA28 desvia o foco dos atletas e do preparo para os Jogos de 2028. A controvérsia envolve a imagem pública do comitê anfitrião e a relação com o público e patrocinadores.
Wasserman tem 51 anos e é fundador da Wasserman, empresa que atua em marketing e gestão de talentos para atletas, artistas e marcas. A defesa mantém que o líder não tinha vínculos reais com Epstein ou Maxwell, e que seus atos ocorreram há mais de duas décadas.
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