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Alcolumbre lança pacto contra feminicídio com apoio institucional

Senadores e autoridades lançam pacto para reforçar prevenção, proteção e punição de feminicídio, unindo governo e sociedade civil

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
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  • O senador Davi Alcolumbre afirmou que instituições brasileiras estão unidas na luta contra o feminicídio, durante o lançamento de um pacto.
  • O pacto visa fortalecer ações de prevenção, proteção e punição, além de promover a conscientização sobre violência de gênero.
  • O evento contou com autoridades, Ministério Público, Polícia Civil, entidades da sociedade civil e organizações internacionais, e houve a assinatura de um documento que formaliza o compromisso.
  • A iniciativa busca atuação integrada entre órgãos públicos e sociedade civil para reduzir o feminicídio no Brasil.
  • Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública indicam 1.310 feminicídios em 2020, uma média de cerca de 3 mortes por dia.

O senador Davi Alcolumbre anunciou, nesta quarta-feira (4), que as instituições brasileiras estão unidas na luta contra o feminicídio. A declaração ocorreu durante o lançamento de um pacto, com a participação de órgãos públicos e entidades da sociedade civil.

O objetivo é fortalecer ações de prevenção, proteção e punição aos crimes de feminicídio, além de ampliar a conscientização sobre a violência de gênero. O tom oficial ressaltou o compromisso de sociedades civil e governamental atuarem de forma integrada.

Além de representantes do Ministério Público, da Polícia Civil e de organizações não governamentais, também participaram membros de entidades internacionais. O evento incluiu a assinatura de um documento que formaliza o pacto entre instituições.

Participantes e assinatura

A iniciativa visa criar uma rede de proteção às mulheres, promovendo ações coordenadas entre órgãos públicos e sociedade civil para reduzir o feminicídio no Brasil.

Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública indicam que, em 2020, o Brasil registrou 1.310 feminicídios, com média de cerca de 3 ocorrências diárias. O pacto pretende contribuir para a diminuição desses números.

A agenda pública do pacto contempla ações de prevenção, proteção às vítimas e mecanismos de responsabilização, além de ampliar a participação da sociedade civil na fiscalização e na educação sobre igualdade de gênero.

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