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Senado cria CPI paralela para investigar o Banco Master

Grupo de trabalho da CAE acompanhará investigações sobre o Banco Master, ouvindo autoridades e requisitando documentos, sem instalação formal de CPI

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Os senadores Renan Calheiros (MDB-AL) e Eduardo Braga (MDB-AM). Foto: Andressa Anholete/Agência Senado
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  • Senado criou um grupo de trabalho na Comissão de Assuntos Econômicos para acompanhar investigações sobre o Banco Master, funcionando como uma “CPI paralela” sem instalação formal de CPI.
  • O grupo será instalado nesta terça-feira, 3, e acompanhará apurações do Banco Central, da Polícia Federal e do Tribunal de Contas da União, além de analisar auditorias, o papel do Fundo Garantidor de Créditos e operações que resultaram na venda de carteiras de crédito ao Banco de Brasília.
  • A iniciativa partiu do presidente da CAE, senador Renan Calheiros, e visa avançar nas investigações sem depender do rito de uma CPI tradicional, especialmente em cenário pré-eleitoral.
  • O grupo terá audiências públicas, convocações de dirigentes, pedidos formais de informações e diligências, com relatório final contendo conclusões e propostas legislativas para fortalecer a fiscalização do sistema financeiro.
  • Na Câmara dos Deputados, também há pedidos de CPI sobre o Banco Master; o deputado Rodrigo Rollemberg protocolou nova solicitação, mas a frente tem cerca de quinze requerimentos, o que pode inviabilizar a criação.

O Senado Federal criou um grupo de trabalho na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) para acompanhar as irregularidades envolvendo o Banco Master. A iniciativa funciona como uma “CPI paralela”, com atuação contínua sem a instalação formal de uma CPI.

O grupo terá como foco monitorar investigações do Banco Central, da Polícia Federal e do Tribunal de Contas da União, além de analisar auditorias, o papel do Fundo Garantidor de Créditos e operações que resultaram na venda de carteiras de crédito ao Banco de Brasília.

A iniciativa partiu do presidente da CAE, senador Renan Calheiros (MDB-AL). A ideia é ampliar a fiscalização sem depender do rito de uma CPI e evitar disputas políticas em meio ao cenário pré-eleitoral.

Composição e atribuições

O grupo ficará sob a coordenação de senadores da CAE e poderá promover audiências, convocações, pedidos de informações e diligências. Ao final, deverá apresentar relatório com conclusões e propostas legislativas para fortalecer a supervisão do sistema financeiro.

A lista de membros inclui:

  • Alessandro Vieira (MDB-SE)
  • Damares Alves (Republicanos-DF)
  • Eduardo Braga (MDB-AM)
  • Esperidião Amin (PP-SC)
  • Fernando Farias (MDB-AL)
  • Leila Barros (PDT-DF)
  • Randolfe Rodrigues (PT-AP)

Dados do senador Eduardo Braga destacam que o grupo reforça o compromisso com transparência e integridade do sistema financeiro, buscando apurar irregularidades de forma independente.

Paralelamente, na Câmara dos Deputados, há pedidos de CPI em tramitação para investigar o Banco Master. No primeiro dia de atuação, o deputado Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) protocolou novo pedido, mas há, ao todo, 15 requerimentos na fila, o que pode inviabilizar a criação de uma CPI.

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