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Repressão na China não apaga fé, diz filha de pastor preso

Grace Jin, filha do pastor Ezra Jin, denuncia repressão religiosa na China e aponta resistência crescente da fé cristã diante da perseguição

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Grace Jin Drexel discute a prisão de seu pai e a repressão religiosa na China.
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  • Grace Jin Drexel, filha do pastor Ezra Jin, relata a prisão dele na China e a repressão religiosa no país.
  • Ela afirma que a repressão busca silenciar a igreja, mas a fé cristã continua resistente e em crescimento.
  • Segundo Grace, muitos cristãos ainda se reúnem secretamente e praticam a religião, mesmo com o risco de prisão.
  • A filha destaca a importância de orar pelos cristãos na China e de apoiar a igreja chinesa.
  • Ela avalia que a fé cristã na China não será apagada e que a resistência deve seguir aumentando.

Grace Jin, filha do pastor Ezra Jin, denunciou a repressão religiosa na China após a prisão do pai. Ela afirma que o caso não é isolado e faz parte de uma tendência de silenciar a igreja no país.

A relatos de Grace indicam que a fé cristã persiste diante das pressões oficiais, com fiéis mantendo reuniões secretas e práticas religiosas mesmo sob risco de prisão. Ela descreve a repressão como uma tentativa de controlar ministérios.

Ela informa que a prisão de Ezra Jin foi motivada pela fé e pelo ministério que exerce. Segundo Grace, a resistência dos cristãos é forte e tem ganhado apoio internacional, sem indicação de data específica para o desfecho do caso.

Contexto

A filha do pastor aponta que a perseguição religiosa tem impacto sobre comunidades locais, gerando resistência organizada e redes de apoio aos cristãos chineses. Ela enfatiza a importância de manter a prática religiosa com prudência e solidariedade entre fiéis.

Apoios e redes internacionais são citados como mecanismos de proteção para a igreja chinesa. Grace destaca a necessidade de oração e de apoio às comunidades cristãs, que continuam a buscar espaços de culto dentro das restrições impostas pelo governo.

Grace Jin conclui, sem oferecer análise, que a fé cristã na China não será apagada e que a resistência deve continuar, independentemente das dificuldades enfrentadas.

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