- O presidente Mamady Doumbouya manteve o ministro de minas, Bouna Sylla, no posto, e promoveu mudanças nos ministérios da Finanças, Justiça e Segurança.
- Mariama Cire Sylla, que era ministra da Agricultura, passa a chefiar o Ministério da Economia, Finanças e Orçamento.
- Ibrahima Sory Tounkara foi nomeado ministro da Justiça; ele atuou como juiz no julgamento do massacre de 2009 no estádio.
- General Ahmed Mohamed Diallo foi designado ministro da Segurança e da Proteção Civil.
- Doumbouya foi quem lidera o país desde o golpe de 2021 e venceu a eleição presidencial realizada no mês passado.
Conakry, 3 de fevereiro (Reuters) – O presidente da Guiné, Mamady Doumbouya, que chegou ao poder por um golpe e tomou posse para um mandato de sete anos no mês passado, manteve o ministro de minas no governo pós-eleição, ao mesmo tempo em que abriu espaço para novas pessoas nos ministérios de finanças, justiça e segurança.
Segundo decreto exibido na televisão estatal na noite de segunda-feira, Mariama Cire Sylla, ex-representante do Banco Mundial na Guiné, assume a pasta da Economia, Finanças e Orçamento. A escolha marca continuidade na área de finanças sob a gestão Doumbouya.
Ibrahima Sory Tounkara, que atuou como juiz em julgamento de um massacre em 2009 que deixou mais de 150 mortos em estádio, foi nomeado ministro da Justiça. O general Ahmed Mohamed Diallo assume a pasta da Segurança e Proteção Civil.
Bouna Sylla, que já ocupava o posto de ministro de Minas desde 2024, permanece no cargo. A reconfiguração ocorre após Doumbouya vencer a eleição presidencial que consolidou o retorno ao governo civil. O anúncio também confirma que Amadou Oury Bah continua como primeiro-ministro.
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