- A oposição reuniu 279 assinaturas para a abertura de CPMI para investigar o Banco Master, distribuídas entre PL (89), centrão (União, PP e Republicanos somados) e até um apoio do PT; no total, 237 deputados e 42 senadores assinaram.
- Para abrir a CPMI são necessárias 171 assinaturas de deputados e 27 de senadores; o grupo conta com apoio suficiente para iniciar o processo.
- Entre os apoiadores estão União (37), PP (27), Republicanos (22) e PSD (29), além de uma assinatura do PT pelo senador Fabiano Contarato.
- Oposição questiona a condução do Supremo Tribunal Federal, cujo ministro relator Dias Toffoli ainda decidirá se mantém o tema no STF ou envia à primeira instância.
- Também circulam informações de que fundos ligados ao Master teriam comprado participação de irmãos do ministro no Resort Tayayá (Ribeirão Claro, PR), e de um contrato de quase R$ 130 milhões com o escritório de advocacia ligado à esposa de Alexandre de Moraes, homologado com pagamentos de R$ 3,6 milhões por mês, conforme reportagem do jornal O Globo divulgada pelo UOL.
A oposição conseguiu coletar assinaturas suficientes para protocolar um pedido de abertura de CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) para investigar o caso do Banco Master. O requerimento tem até o momento 279 assinaturas, reunidas entre parlamentares de diferentes alas do Congresso.
Entre os signatários, o PL do ex-presidente Jair Bolsonaro aparece com 89 apoios. O centrão aparece somente parcialmente unido, com União somando 37, PP 27 e Republicanos 22. O PSD, de Kassab, totaliza 29 adesões. Também houve uma assinatura do PT, feita pelo senador Fabiano Contarato.
Para abrir a CPMI são exigidas 171 assinaturas de deputados e 27 de senadores. A oposição alcançou 237 deputados e 42 senadores, formando uma frente mista. O objetivo é investigar ações ligadas ao Banco Master e seus desdobramentos no Congresso.
Caso está na mira da oposição
O grupo questiona a condução do STF (Supremo Tribunal Federal) no caso, alegando centralização da matéria. O ministro relator, Dias Toffoli, ainda deve decidir se mantém o tema no STF ou se o encaminha à primeira instância.
A atuação do ministro também é alvo de críticas por decisões controversas, como o envio de material apreendido na segunda fase da Operação Compliance Zero ao STF, em vez de encaminhá-lo à Polícia Federal.
Há ainda informações de que fundos ligados ao Master teriam adquirido participação de irmãos do ministro no Resort Tayayá, em Ribeirão Claro (PR). A reportagem do jornal O Estado de S. Paulo divulgou o fato, que foi confirmado pelo UOL.
A oposição também aponta que o STF conduz um caso que pode envolver diretamente um de seus ministros. O escritório de Viviane Barci de Moraes, esposa de Alexandre de Moraes, teve contrato com o Banco Master, segundo reportagens.
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