- One Nation promete disputar todas as vagas na eleição de março em South Australia, com Pauline Hanson e Cory Bernardi na campanha em Adelaide.
- Pesquisas nacionais sugerem cerca de vinte e dois por cento de voto para o partido, mas na SA a expectativa de consolidar vagas é menor, com Barker sendo a única possibilidade principal para a bancada.
- Cory Bernardi disse que haverá uma chapa completa para a casa baixa e que pretendem ser a oposição mais forte já vista no estado, mesmo que não obtenham o maior número de vagas.
- Além de Bernardi, outros ex-liberais aparecem na disputa, como Bob Day pelo Australian Family Party e Jing Lee como independente; há ainda alianças com o Nationals em certos cenários.
- O crescimento do movimento anti woke/anti imigração influencia a campanha, mas há dúvidas sobre se eleitores realmente irão marcar o voto One Nation, especialmente após perguntas sobre viagens aéreas da bilionária Gina Rinehart.
Aplaudidos na cidade de Adelaide, Pauline Hanson e Cory Bernardi participam de ações de campanha com militantes vestindo camisas laranja e bandeiras australianas. A visita ocorre em um momento de alta expectativa para as eleições estaduais de março em South Australia.
A eleição de março deverá testar o desempenho crescente do One Nation, partido que ganha impulso com a instabilidade na coalizão nacional e com a presença de Bernardi, ex-Liberal e comentarista da Sky News. Em jogo está a força da legenda no estado.
No cenário local, a disputa envolve o Liberal Tony Pasin, dono da cadeira de Barker, e Reed de outras formações ligadas a ex-Liberais. Pesquisas apontam cenário favorável ao Labor nas intenções de voto, mas mudanças recentes podem alterar o panorama.
Bernardi afirmou que o One Nation disputará todas as cadeiras e terá lista competitiva para o Senado estadual. A meta é consolidar a oposição ao governo de Peter Malinauskas, buscando impactar o equilíbrio no parlamento.
Candidatos e expectativas
Entre ex-Liberais, figura de destaque é Bob Day, com candidaturas pela Australian Family Party, atuando em ambas as casas. Jing Lee, que deixou o liberalismo, disputa como independente, acrescentando volatilidade ao pleito.
Analistas ressaltam que, apesar do crescimento nas pesquisas a nível federal, o desempenho em SA pode divergir, com o eleitorado respondendo a temas locais, como inflação, serviços públicos e gestão da educação.
Tanto Hanson quanto Bernardi destacam o potencial de ampliar a força do One Nation, especialmente na casa alta, onde a competição envolve uma série de candidatos aliados a agendas conservadoras.
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