- Nova equipe de observadores jurídicos em Nova York vai monitorar as ações de policiamento de imigração da Polícia de Aduanas e Proteção de Fronteiras (ICE) e registrar operações, sem interferir.
- Os observadores usarão coletes roxos e serão funcionários voluntários do gabinete da procuradora-geral Letitia James.
- O objetivo é verificar se as ações de aplicação imigratória “permanecem dentro dos limites da lei” e proteger direitos constitucionais dos moradores.
- O Departamento de Segurança Interna (DHS) afirmou que James coloca nova-iorquinos em risco ao não colaborar com a ICE.
- Em seuitsch, Donald Trump tem centralizado operações mais duras em estados contrários, como Minnesota, onde houve protestos e confrontos com agentes.
New York vai criar uma equipe de observadores legais para documentar operações de fiscalização de imigração do ICE. Os voluntários, com coletes roxos, vão registrar as ações das autoridades durante detenções e deportações, sem interferir.
A iniciativa foi anunciada pela procuradora-geral Letitia James, na terça-feira. O objetivo é monitorar se a atuação federal permanece dentro da lei e proteger direitos constitucionais de moradores do estado.
James destacou que a atuação transparente permite que os cidadãos falem, protestem pacificamente e sigam suas vidas sem temer ações federais ilegais. Ela citou eventos em Minnesota como exemplo de escalada sem supervisão.
O Departamento de Segurança Interna (DHS), que supervisiona o ICE, informou que James não está colaborando com as operações no estado. Em nota, a pasta afirmou que cooperação com governos locais facilita o trabalho de fiscalização.
Trump tem utilizado ações de imigração mais agressivas em estados opositores, como Califórnia, Illinois e Minnesota. Nova York abriga um dos maiores escritórios de campo da DHS, mas não houve anúncio de grande operação no estado.
Alguns observadores legais já atuam em protestos locais, avaliando violações de direitos. A diferença, agora, é a formalização do programa pelo governo estadual para monitoramento de ações federais.
A informação coletada pelos observadores poderá embasar ações legais futuras, segundo James. A procuradora adotou posição firme contra o que vê como falta de transparência e responsabilidade em operações federais.
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