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Haddad confirma indicações a Lula e nega escolha de sucessor

Haddad confirma dois nomes indicados por Lula para o substituto, nega decisão tomada e critica vazamentos; anúncio permanece pendente

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Ministro da Fazenda deve deixar o cargo para conduzir a campanha de Lula à reeleição. (Foto: Diogo Zacarias/MF)
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  • Haddad negou que Lula tenha escolhido o seu sucessor e revelou dois nomes indicados pelo presidente: Guilherme Mello (secretário de Política Econômica) e Tiago Cavalcanti (economista, professor da Cambridge e da FGV).
  • Um dos nomes já havia vazado: Guilherme Mello; o ministro afirmou que ele está fazendo um excelente trabalho.
  • Haddad criticou o vazamento e afirmou que a Fazenda e o Banco Central costumam manter sigilo; disse que Lula ainda está colhendo sugestões e que não houve convite formal.
  • Uma reunião entre Lula e Haddad está prevista para anunciar o substituto, mas ainda não ocorreu.
  • O contexto político envolve a possível saída de Haddad para a campanha de Lula à reeleição, com o PT tentando convencê-lo a disputar o governo de São Paulo, onde Tarcísio de Freitas lidera as pesquisas.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, negou que o presidente Lula tenha escolhido um sucessor, mas revelou dois nomes indicados por ele. A informação foi dada em entrevista à BandNews nesta terça-feira (3).

Segundo Haddad, os nomes já indicados são Guilherme Mello, atual secretário de Política Econômica, e Tiago Cavalcanti, economista e professor na Cambridge e na FGV. Ambos foram citados como sugestão do presidente em conversas recentes.

Haddad destacou que o presidente ainda não convidou quem quer que seja e afirmou que há sugestões em estudo. Ele reforçou que o assunto permanece em avaliação, sem decisão tomada.

Nomes indicados

Guilherme Mello é alvo de críticas por seu perfil ideológico, conforme o ministro. Sobre o passado político do indicado, Haddad afirmou que não comentaria opiniões de terceiros. Cavalcanti tem atuação ligada à academia britânica.

O ministro criticou vazamentos sobre os nomes e disse que a imprensa costuma abordar o tema de forma invasiva. Ele confirmou que houve o registro do envio de sugestões, sem confirmar decisões.

A perspectiva é de uma reunião entre Lula e Haddad para definir o escolhido, ainda sem agenda marcada. O ministro deve deixar o cargo para se dedicar à campanha de Lula à reeleição.

Contexto político

O PT trabalha para convencer Haddad a disputar o governo de São Paulo, hoje liderado por Tarcísio de Freitas. A posição do atual ministro é vista como crucial para a estratégia eleitoral do partido.

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