- O governo da Costa Rica revogou o programa de educação sexual após pressão política de líderes evangélicos.
- A decisão foi tomada após uma análise do conteúdo, considerado por alguns setores incompatível com valores tradicionais da sociedade costarriquenha.
- Os apoios dizem que a revogação reforça a liberdade de escolha e a diversidade, enquanto os críticos veem derrota para grupos conservadores e para a educação sexual nas escolas.
- O Ministério da Educação informou que seguirá promovendo educação sexual, mas de forma mais alinhada aos valores da sociedade e às diferentes opiniões e crenças.
- Organizações internacionais criticaram a decisão, ressaltando a educação sexual como ferramenta de prevenção de doenças e promoção da saúde de crianças e adolescentes.
O governo da Costa Rica revogou o programa de educação sexual após pressão de líderes evangélicos. A decisão ocorreu neste mês, em um contexto de debates sobre valores tradicionais no país.
A análise do conteúdo do programa foi apontada por autoridades como justificativa para a retirada. Segundo fontes oficiais, a revisão visou alinhar o material às normas consideradas compatíveis com a sociedade costarriquenha.
Uma parte da sociedade reagiu defendendo a liberdade de educação e a diversidade, enquanto opositores veem a revogação como avanço de grupos conservadores sobre a escola pública.
Representantes do Ministério da Educação afirmam que ações de educação sexual seguirão, porém com ajustes para refletir diferentes crenças e opiniões presentes no país.
Organizações internacionais criticaram a decisão, destacando a importância da educação sexual para a prevenção de doenças e o bem-estar de crianças e adolescentes.
A medida evidencia a influência de setores religiosos na política educacional da Costa Rica, país conhecido pela estabilidade democrática e pelo respeito às liberdades individuais.
O tema segue em discussão no país, com o debate sobre conteúdo, implementação e impactos nas escolas públicas ainda em curso.
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