- Câmara de São Paulo começa 2026 com pelo menos quatorze vereadores pré-candidatos a vagas na Câmara dos Deputados (Brasília); dois nomes ainda podem disputar vagas na Alesp.
- O apontado recordista de votos, Lucas Pavanato (PL), é visto nos bastidores como potencial candidato a deputado federal, após ter obtido 160 mil votos para vereador em 2024.
- A vereadora Ana Carolina Oliveira (Podemos), a mais votada da Câmara, nega intenção de disputar, mas pode deixar São Paulo para concorrer a Brasília, após perto de 130 mil votos em 2024.
- Outros nomes indicados a federal são Adrilles (União Brasil), Cris Monteiro (Novo), Danilo do Posto de Saúde (Podemos), Eliseu Gabriel (PSB), Sandra Alves (União Brasil), Rubinho Nunes (União Brasil), Sandra Tadeu (PL), Sargento Nantes (PP) e Zoe Martínez (PL).
- Candidaturas ao Senado também ganham atenção: Amanda Vettorazzo (União Brasil) e Alessandro Guedes (PT) já manifestaram interesse; Amanda depende de liberação da sigla Missão para atuar pela vaga.
A Câmara Municipal de São Paulo retoma suas atividades em 2026 com pelo menos 14 vereadores já apontados como pré-candidatos a vagas em Brasília nas eleições de outubro e dois nomes projetados para disputar a Alesp, a Assembleia Legislativa de São Paulo.
Entre os nomes mencionados, Lucas Pavanato (PL) é visto como forte favorável a uma vaga na Câmara dos Deputados, após ter recebido 160 mil votos para vereador em 2024. O gabinete do parlamentar ainda não confirmou oficialmente a candidatura.
Ana Carolina Oliveira (Podemos) figura como a vereadora com a maior votação da casa em 2024, com quase 130 mil votos. Ela tem sinalizado foco no mandato atual, mas também surge a hipótese de migrar para Brasília, dependendo de convites e negociações partidárias.
Possíveis candidaturas a deputado federal
Além de Pavanato e Oliveira, surgem apontamentos sobre Adrilles (União Brasil), Cris Monteiro (Novo), Danilo do Posto de Saúde (Podemos), Eliseu Gabriel (PSB), Sandra Alves (União Brasil), Rubinho Nunes (União Brasil), Sandra Tadeu (PL), Sargento Nantes (PP) e Zoe Martínez (PL) como pré-candidatos a deputado federal.
Senado em pauta
Nomes como Amanda Vettorazzo (União Brasil) e Alessandro Guedes (PT) também manifestaram interesse no Senado. A candidatura de Amanda dependeria de liberação do União para a vereadora trocar de sigla.
Pela lei eleitoral, vereadores não precisam deixar o cargo para concorrer ao Congresso, mas a tendência é que muitos façam a mudança para se dedicar às campanhas, abrindo espaço para suplentes assumirem as cadeiras.
Alesp na mira
Mulheres da Câmara aparecem como candidatas potenciais à Alesp: Marina Bragante (Rede), Keith Lima (PSOL) e Sonaira Fernandes (PL). O PT informou oficialmente que seus vereadores não sairão para disputar, apesar das pressões internas.
Entre os que já confirmaram planos, apenas Keit e Rubinho confirmam candidatura. Demais nomes ainda não registraram posição definitiva para outubro.
Cenário da Câmara em 2025
A Câmara aprovou 471 projetos de lei em 2025, supera o total de 2024 (196) e fica acima de 2023 (307). Em 2024, houve críticas sobre prioridade de projetos, com ligações a temas como segurança e saúde.
A reeleição de Ricardo Teixeira (União) como presidente fortaleceu vínculos com o prefeito e impulsionou pautas de gestão, incluindo a volta do plenário online, alvo de críticas da oposição.
Contexto político e operacional
Com a possibilidade de disputa de candidatos de diferentes espectros, há expectativa de que alguns vereadores se distanciem do governo, influenciando a tramitação de propostas no primeiro semestre. Hoje, o prefeito tem apoio majoritário na Casa, com PT e PSOL somando 14 cadeiras.
Vereadores consultados disseram que a decisão sobre candidaturas envolve negociações partidárias e o interesse de cada um em manter o mandato atual ou migrar para novas disputas. As respostas foram registradas pela reportagem.
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